março 21, 2010
Senna 50 anos

Ayrton Senna da Silva (São Paulo, 21 de março de 1960 – Bologna, 1º de Maio 1994)
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fevereiro 13, 2010
Vancouver 2010
Pela primeira vez no Brasil a Olimpíada de Inverno está sendo transmitida em rede aberta de TV. Ontem vi a abertura dos Jogos de Vancouver- Canadá. Durante três horas, a cerimônia uniu momentos comoventes, como a entrada dos atletas da Geórgia, a outros descontraídos, como os shows musicais e as impressionantes projeções no chão do estádio. Quatro totens gigantes se ergueram no centro do estádio, e atores tomaram o palco representando os povos indígenas que habitavam o Canadá antes da colonização. Um urso polar gigante surgiu do chão iluminado, e baleias foram projetadas em telas que desciam do teto, quase tocando o chão. A lua, as árvores, os barcos... elementos diversos ajudavam a mostrar ao mundo a cultura do Canadá. Um dos momentos mais exuberantes foi quando, suspenso por fios, um garoto começou a voar pelo estádio. A platéia "virou" o céu, com nuvens projetadas sobre as arquibancadas, e o chão representava um enorme campo de trigo.
Recordo vagamente do ursinho Micha da olimpíada moscovita de 1980 - que entrou para a história pela grandiosidade de suas cerimônias de abertura e fechamento. Desde então, vi diversas cerimônias - oportunidade única para conhecermos a cultura e a história das nações. A festa de Vancouver foi impressionante. Memorável...

Um urso polar gigante surgiu do chão iluminado: o mundo pode conhecer um pouco mais sobre o Canadá
Posted by Sandino at 05:51 PM | Comments (0)
fevereiro 09, 2010
Na Curva do Senna...
É nóis na curva do Senna mano! O Corinthians terá mais um carro nas pistas. Depois da Formula Superliga, agora tem carro do Timão na Stock Car, em parceria com a equipe RZ MotorSport, do piloto Ricardo Zonta. Nessa temporada, serão 12 corridas, claro, com o número 100! Zonta que tem experiência e se não tivesse entrado em treta com o Villeneuve teria ido longe na F1. Na F-Superliga quem guiará na temporada será Antonio Pizzonia - outro grande piloto. Nunca antes um clube de futebol esteve na Stock Car. A estréia será em Interlagos, no dia 28 de março. Certeza!

Timão na Stock Car: mais uma novidade na comemoração do centenário
Posted by Sandino at 06:22 PM | Comments (0)
novembro 02, 2009
O maior pega da história da F1
Mesmo sem nunca ter vencido um mundial, o canadense Gilles Villeneuve é apontado como um dos maiores pilotos de todos os tempos. No vídeo, um pega sensacional... para muitos o melhor já vistos na Fórmula 1. No perigoso circuito de Dijon (GP da França - 1979), Gilles e Rene Arnoux (em grande forma) sem trapaças desafiam todas as possibilidades e responsabilidades. Abissal!!!
Posted by Sandino at 09:39 PM | Comments (0)
Um outro Senna: Bruno será o 30º piloto brasileiro na F1
Quando os carros alinharem para a largada da temporada 2010 da Fórmula 1, dia 14 de março, no Bahrain (Sakhir), o circo da velocidade vai celebrar o ingresso do 30º piloto brasileiro na principal categoria do automobilismo nacional – uma história que começou com Chico Landi, em 1951. Sobrinho do tricampeão Ayrton Senna, BRUNO SENNA, 26 anos, está oficialmente confirmado. Ele vai estrear pela Campos, nova equipe que vai compor o grid a partir do próximo ano. Bruno Senna terá como companheiro o espanhol Pedro de la Rosa.
Todos os brasileiros na F1
Francisco Landi
Quando disputou: 1951 a 1956
Escuderias: Bandeirantes/Maserati, Scuderia Milano e Officine Alfieri Maserati.
Luigi Emilio Rodolfo Bertetti
Quando disputou: 1952
Escuderia: Bandeirantes/ Maserati.
Hermano João da Silva Ramos
Quando disputou: 1955 e 1956
Escuderia: Gordini
Herbert Mackay-Fraser
Quando disputou: 1957
Escuderia: BRM/Lotus
Frederico José Carlos Themudo D´Orey
Quando disputou: 1959
Escuderia: Centro Sud/Maserati e Camoradi USA/Tec Mec-Maserati
Emerson Fittipaldi
Quando disputou: 1970 a 1980
Escuderias: Lotus, Mclaren e Coopersucar/Fittipaldi
José Carlos Pace
Quando disputou: 1972 a 1977
Escuderias: Williams/March, Surtees e Brabham/ Alfa Romeo
Wilson Fittipaldi Júnior
Quando disputou: 1972 a 1975
Escuderia: Coopersucar/Fittipaldi
Luiz Pereira Bueno
Quando disputou: 1973
Escuderia: Surtees (alugado da equipe oficial. Participou de uma corrida)
Ingo Hoffmann
Quando disputou: 1976 e 1977
Escuderia: Coopesucar/Fittipaldi
Alex Dias Ribeiro
Quando disputou: 1976 e 1977
Escuderia: Coopesucar/Fittipaldi
Nelson Piquet Carneiro Souto Maior
Quando disputou: 1978 a 1991
Escuderias: BS Fabrications/McLaren M23, Ensign, Brabham, Willians/Honda, Lotus e Benetton/Cosworth
Francisco "Chico" Adolpho Serra
Quando disputou: 1981 a 1983
Escuderia: Arrows
Raul de Mesquita Boesel
Quando disputou: 1982 e 1983
Escuderia: March e Ligier
Ayrton Senna da Silva
Quando disputou: 1984 a 1994
Escuderias: Toleman, Lotus, McLaren e Willians
Roberto Pupo Moreno
Quando disputou: 1987 a 1995
Escuderias: Benetton, Jordan, Minardi, Andrea Moda e
Forti Corse
Mauricio Gugelmin
Quando disputou: 1988 a 1992
Escuderias: March e Jordan
Christian Fittipaldi
Quando disputou: 1992 a 1994
Escuderias: Minardi e Arrows
Rubens Gonçalves Barrichello
Quando disputou: começou em 1993 e continua na pista
Escuderia: Jordan, Stewart, Ferrari, Honda, Brown e Williams (em 2010)
Pedro Paulo Falleiros dos Santos Diniz
Quando disputou: 1995 a 2000
Escuderias: Arrows, Sauber, Forti-Corse e Ligier
Ricardo Rosset
Quando disputou: 1996 a 1998
Escuderias: Lola e Tyrrell
Tarso Anibal Sant´Anna Marques
Quando disputou: 1996 a 1997 e 2001
Escuderia: Minardi
Ricardo Luiz Zonta
Quando disputou: 1999 a 2001 e 2004
Escuderia: BAR, Toyota e Jordan
Luciano Pucci Burti
Quando disputou: 2000 e 2001
Escuderia: Jaguar e Prost
Enrique Antônio Langue de Silvério e Bernoldi
Quando disputou: 2001 e 2002
Escuderia: Arrows
Felipe Massa
Quando disputou: começou em 2002 como piloto de testes e continua na pista
Escuderias: Sauber e Ferrari
Cristiano Monteiro da Matta
Quando disputou: 2003 e 2004
Escuderia: Toyota
Antonio Reginaldo Pizzonia Júnior
Quando disputou: 2003 a 2005
Escuderias: Jaguar e Willians
Nelsinho Piquet
Começa sua temporada oficial em março de 2008, vai até meados de 2009, quando torna público o "escândalo de Cingapura"
Escuderia: Renault

Sobrinho de um tricampeão, aos 26 anos, Bruno Senna chega a Fórmula 1
Posted by Sandino at 09:15 PM | Comments (1)
E assim nos tornamos Corinthianos...
O momento mais importante da história do Corinthians completou recentemente 32 anos. Tinha sete anos na época e meu ingresso na Fiel ocorreu aos 37 minutos do segundo tempo, quando Basílio, “o verdadeiro Pé de Anjo”, acertou o gol da Ponte Preta e terminou com jejum de títulos do Timão. Abaixo, o texto da Edição de Esportes do Jornal da Tarde do dia 14/12/77.
CORINTHIANS, MEU CAMPEÃO
Por Pedro Autran Ribeiro - Jornal da Tarde
SÃO PAULO – O Corinthians não completou os 23 anos sem título. Venceu a Ponte Preta no tempo normal, por 1 a 0. E foi uma vitória justa, porque, mesmo jogando de forma errada a maior parte do jogo, foi o Corinthians o time que procurou o gol com insistência, desde o início, enquanto a Ponte, nervosa, não exigiu nenhuma defesa de Tobias.
A derrota de domingo serviu de lição para o técnico Osvaldo Brandão: mesmo sem Palhinha, seu atacante mais perigoso, ele fez o Corinthians entrar jogando ofensivamente, prendendo a Ponte Preta em seu próprio campo.
E, o que era mais importante, o meio-campo do Corinthians, ontem, não dava liberdade a Vanderlei, Marco Aurélio e Dicá, os jogadores que organizavam os contra-ataques do time campineiro.
Assim, sem nenhuma opção ofensiva, a Ponte foi obrigada a aceitar o domínio do Corinthians, que já nos primeiros dez minutos de jogo havia mandado uma bola na trave e criado duas outras chances de gol.
Então, numa atitude inexplicável de Rui Rei – que visivelmente tocou a bola com a mão – reclamando do juiz até provocar sua expulsão, modificou o jogo: quando se esperava que a Ponte Preta, com apenas 10 homens, ficasse totalmente abalada, verificou-se um decréscimo de produção do Corinthians.
O time de Osvaldo Brandão não soube aproveitar a superioridade numérica, insistindo em lançamentos altos pelo meio, sem aproveitar as jogadas pelas pontas, principalmente do lado direito, onde o nervosismo de Ângelo era visível. Além disso, sem ter a quem marcar, Zé Maria também apoiou pouco, sem se valer do corredor que se abria à sua frente.
A única chance corintiana nesse período do jogo ficou com uma meia bicicleta de Geraldo, muito bem defendida por Carlos. À Ponte Preta, que com 11 não conseguia atacar, nada sobrou em termos ofensivos, pois Tuta caiu para o meio, assim como Lúcio, sem conseguir receber uma bola que fosse.
E o primeiro tempo terminou com o domínio corintiano, mas um domínio raramente transformado em perigo de gol.
Nada se modificou no segundo tempo: o Corinthians voltou dominando o jogo, insistindo num esquema totalmente errado, lançando bolas altas sobre a área da Ponte Preta, onde Oscar e o goleiro Carlos dominavam tantas jogadas.
As rebatidas da defesa campineira eram todas dominadas por Russo, mas ele não conseguia, com sua excessiva lentidão, criar novas opções de jogada: insistia pelo meio, justamente onde a Ponte Preta concentrava seus jogadores.
Dificilmente o Corinthians conseguiria furar o bloqueio da Ponte, a não ser num lance de bola parada. E foi exatamente assim que o gol surgiu, aos 37 minutos, depois de uma cobrança de falta da direita, feita por Zé Maria.
Depois, o jogo acabou: nos poucos minutos restantes, os nervos dos jogadores dos dois times explodiram e até que o juiz desse o apito final, determinando o fim da longa angústia corintiana, não se viu mais futebol no campo do Morumbi.
13 de outubro de 1977 (noite)
CORINTHIANS 1 – Tobias; Zé Maria, Moisés, Ademir e Wladimir; Ruço, Basílio e Luciano; Vaguinho, Geraldão e Romeu. Técnico: Osvaldo Brandão.
PONTE PRETA 0 - Carlos; Jair, Oscar, Polozzi e Ângelo; Vanderlei, Marco Aurélio e Dicá; Lúcio, Rui Rei e Tuta (Parraga). Técnico: Zé Duarte.
Gol - Basílio, aos 37 minutos do segundo tempo.
Árbitro - Dulcídio Wanderley Boschillia.
Cartões amarelos - Ângelo, Vanderlei e Geraldão.
Cartão vermelho – Rui Rei, Oscar e Geraldão.
Público - 86.677 pagantes
Renda - Cr$ 3.325.470,00
Estádio - Morumbi, em São Paulo (SP).
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outubro 02, 2009
Rio 2016: sim, nós podemos
(Editorial - Vermelho.org.br)
O Brasil viu a realização, nesta sexta-feira, 2 de outubro, de um sonho de mais de 20 anos: o sonho olímpico. A cidade do Rio de Janeiro será a sede dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. Os jogos da paz, da confraternização universal, terão, pela primeira vez, uma cidade da América do Sul como sede. A escolha do Rio não é uma conquista apenas dos brasileiros, mas um reconhecimento de que os países pobres e em desenvolvimento podem sediar grandes eventos.
O bordão "sim, podemos", com o qual Barack Obama marcou sua vitoriosa campanha eleitoral para a presidência dos Estados Unidos, agora foi entoado pelo presidente Lula durante a defesa do Brasil em Copenhague.
Reconhecimentos justos são importantes, e nessa hora de grande júbilo para o povo brasileiro, não se pode deixar de reconhecer que essa conquista coroa um trabalho árduo para que o Brasil pudesse apresentar uma candidatura competitiva. Os atuais governos do Rio, tanto da cidade quanto do estado, o Comitê Olímpico Brasileiro, as federações esportivas, atletas, personalidades, empresários e, especialmente, o Ministério do Esporte, comandando pelo jovem ministro comunista Orlando Silva e sua equipe, merecem todas as congratulações.
O presidente Lula também foi um ator importantíssimo, senão o mais destacado, desta boa briga pelo direito de sediar a Olimpíada. Lula empenhou-se pessoalmente na conquista de votos dos membros do Comitê Olímpico Internacional. Colocou todos os ministérios para ajudar neste esforço. O próprio Itamaraty mergulhou de corpo e alma neste desafio. Até mesmo uma parte da mídia grande, sobretudo a Rede Globo, que nos últimos anos tem se dedicado a atacar qualquer iniciativa do governo Lula, desta vez deu as mãos aos brasileiros para formar a corrente que redundou na vitória da candidatura brasileira.
Nem podia ser diferente. Pesquisa do Comitê Olímpico mostra que 85% dos cariocas aprovam a candidatura do Rio. Os outros 15% que a desaprovam --não é difícil imaginar, deve estar concentrada na mesma elite mesquinha que sente-se alijada do poder e alimenta o já caduco "complexo de vira-lata" que já não tem mais lugar num país que a cada dia se afirma como uma grande nação disposta a cumprir o presságio popular de que somos, sim, o país do futuro. São derrotistas que agora irão roer unhas e apontar uma série de obstáculos para que o Brasil possa cumprir o projeto que defendeu em Copenhague.
Mas enquanto esses derrotistas isolados lambem suas feridas, o Brasil inteiro comemora. Passada a comemoração, é mão à obra para cuidar, desde já, dos preparativos para 2016. Parte do esforço será antecipado para a realização da Copa do Mundo que iremos sediar em 2014. Mas há muita coisa para ser feita. E não será obra de um só governo, nem apenas do setor público. O desafio de fazer o Rio brilhar em 2016 é de todos os setores. O Brasil inteiro vai entrar no jogo.
Como bem registrou o ministro Orlando Silva, é um jogo que vai trazer desenvolvimento, emprego e renda, com impactos positivos em todo o País. E os jogos de 2016 vão mostrar ao mundo um País moderno, democrático, dinâmico e empreendedor. É isso que a nação espera. É para isso que iremos trabalhar. Parabéns Brasil.
Posted by Sandino at 06:40 PM | Comments (0)
Rio eu gosto de você
Sediar uma Olimpíada! Uma experiência única, culturas diferentes, diversos povos, grandes atletas, técnica... Para o mundo ver, o maior momento da história do Brasil! Naturalmente virá também mais motivação para os nossos atletas (investimentos - até mesmo pela necessidade de fazer bonito em casa e competitividade – com o aumento no número de praticantes e pleiteantes às vagas). No Pan, até a impactante bala perdida sumiu das manchetes dos jornais. O esporte já parou guerras, os Jogos podem contribuir para ações, obras e paz! Digno de registro a atitude da Arquidiocese do Rio, que convidou representantes de várias religiões para rezarem próximo ao Cristo Redentor. Durante a celebração, foram lidos trechos do Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos, da Bíblia e uma oração judaica. O Pai Nosso foi rezado com todos de mãos dadas. Segundo o arcebispo Dom Orani João Tempesta, uma celebração pela vitória e pela união que representa uma Olimpíada. Enquanto isso, teve gente misturando as bolas, torcendo contra o Rio de Janeiro sob o argumento que haverá desvio de dinheiro público. São coisas distintas: fiscalização e esporte. A sociedade deve fiscalizar, exigir transparência na prestação de contas. Já as Olimpíadas fazem parte da história da civilização, vamos ser contrários à realização do evento em nosso país porque não sabemos fiscalizar? Ajudaria até neste sentido, cidadania plena. Sem síndrome de vira-latas, zicando, ziquezira... Viva Rio de Janeiro! Que bacana, podes crer!
Posted by Sandino at 06:32 PM | Comments (1)
COI consagra Rio como sede da 1ª Olimpíada na América do Sul

A cidade do Rio de Janeiro alcançou um dos maiores feitos de sua história, ao ser aclamada como sede da Olimpíada de 2016. De forma consagradora, a mais famosa cidade brasileira derrotou Madri (Espanha) na disputa final, por 66 votos a 32, e foi anunciada como vencedora, na tarde desta sexta-feira (2), pelo presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge.
Antes de Madri, o Rio já havia deixado para trás as candidaturas de Chicago (Estados Unidos) e Tóquio (Japão). “É a hora e a vez do Brasil”, vibrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva - que, em meio à comitiva brasileira em Copenhague, chorou com a vitória carioca. É a primeira vez que COI designa uma cidade sul-americana para abrigar os Jogos Olímpicos da Era Moderna.
Num discurso que foi considerado como trunfo para o êxito do Rio, Lula sustentou que o COI tinha o desafio de compensar uma injustiça histórica. “Essa candidatura não é só nossa. É também de um continente com quase 400 milhões de homens e mulheres e cerca de 180 milhões de jovens. Um continente que nunca sediou os Jogos Olímpicos. Está na hora de corrigir esse desequilíbrio.”
A defesa da candidatura brasileira em Copenhague foi feita em quatro idiomas. Além de Lula, também discursaram o ex-presidente da Fifa João Havelange; o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman; o governador Sergio Cabral (PMDB-RJ); o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes; o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles; e a ex-atleta Isabel Swan. O ex-jogador Pelé, o ministro do Esporte Orlando Silva, e o escritor Paulo Coelho compareceram à cerimônia.
Palco da maior final das Copas do Mundo (1950) e cidade-sede dos últimos Jogos Pan-Americanos (2007), o Rio se prepara agora para abrigar o maior dos eventos esportivos internacionais. O projeto olímpico para 2016 está orçado R$ 25,9 bilhões. “Entre as dez maiores economias do mundo, o Brasil é o único país que não sediou os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos”, disse Lula.
O presidente enumerou, ainda, os benefícios da escolha do Rio para sede dos Jogos de 2016. “Para os outros, será apenas mais uma Olimpíada. Para nós, será uma oportunidade sem igual. Aumentará a autoestima dos brasileiros, consolidará conquistas recentes, estimulará novos avanços.”
De São Paulo, André Cintra
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setembro 17, 2009
Fair play
Top 5 - As principais trapaças do esporte mundial
Original UOL Esporte
Esporte conhecido por ter uma das estruturas mais profissionais do mundo, a Fórmula 1 foi abalada por um escândalo envolvendo Nelsinho Piquet. O brasileiro bateu a sua Renault propositalmente como parte de uma estratégia para ajudar seu companheiro de equipe, o espanhol Fernando Alonso. Toda a manobra foi idealizada por seus ex-chefes, Flávio Briatore e Pat Symonds. Mesmo lamentável, este episódio não está isolado na história do esporte mundial. Confira abaixo outras trapaças praticadas ao longo dos anos e suas consequências.
1. Nelsinho Piquet
Brasileiro admitiu ter batido propositalmente durante o GP de Cingapura de 2008, fato que beneficiou o seu então companheiro de equipe, Fernando Alonso. Diante das circunstâncias, os chefes da Renault, Flavio Briatore e Pat Symonds, se desligaram da equipe francesa, e o futuro do piloto na Fórmula 1 ainda é incerto.

2. Maradona
Em ótima fase em 1986, Maradona fez de tudo na Copa do Mundo do México. Até gol de mão... O controverso lance, batizado posteriormente de “mão de Deus” por conta de uma declaração do próprio atleta, aconteceu contra a Inglaterra, e abriu o placar para a vitória da Argentina por 2 a 1 sobre o rival, nas quartas de final.

3. Ben Johnson
O canadense espantou o mundo ao conseguir cravar o recorde mundial dos 100 metros rasos nas Olimpíadas de 1988, em Seul. A euforia pela façanha, no entanto, deu lugar à decepção, já que o exame antidoping do corredor deu positivo para a substância proibida stanozolol. Por conta disso, o atleta acabou perdendo a medalha de ouro.

4 -Time paraolímpico espanhol
A seleção de basquete da Espanha venceu a disputa nas Paraolimpíadas de Sidney, realizadas em 2000. Logo após, no entanto, foi descoberto que dez integrantes do time não contavam com nenhuma deficiência mental, caracterizando assim uma trapaça ao regulamento. Como punição, a medalha de ouro foi retirada dos espanhóis.

5. Tonya Harding
Com o seu conhecimento, Jeff Gillooly e Shawn Eckhardt, marido e segurança da atleta, respectivamente, chamaram uma terceira pessoa para machucar a também patinadora no gelo e concorrente de Harding, Nancy Kerrigan, no joelho, em 1994. Após a descoberta do caso, Tonya foi banida do esporte e, após tentativas como cantora e lutadora de boxe, faz corridas com carros de passeio.

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