março 17, 2005

Picolândia - a cidade (capítulo V)

Bush é desmascarado e tropas recuam
Por Rodrigo Alves de Carvalho

Devido ao corte nas comunicações provocado pela invasão norte-americana em Picolândia, as histórias dessa cidade foram abruptamente tiradas do ar devido à falta de Internet na cidade. Afinal Picolândia não é Sud Mennucci.
O fato é que muita coisa mudou nesse espaço de tempo entre a invasão ianque e o restabelecimento da comunicação na cidade. O Blog Seresteros mudou de layout e a famigerada guerra em Picolândia esfriou. O inevitável se tornou apenas fogo de palha.
Como vimos no capítulo anterior, as forças norte-americanas haviam invadido a cidade e uma reunião na Câmara Municipal que iria tratar de promover a paz teve que ser suspensa. Tudo indicava que muito sangue iria ser derramado pelos soldados do diabo Bush e milhares de inocentes seriam jogados vala abaixo, como acontece nos países em que os Estados Unidos invadem.

Entretanto, o novo comendador tem uma idéia para que a paz voltasse a reinar em Picolândia. Em seu gabinete, o novo comendador ordena a seus secretários que fosse chamado mais que imediatamente o Retratista da cidade que estava exilado, juntamente com o autor da história e o Hacker Bisbilhoteiro que entra em qualquer lugar.
Nos recônditos ensolarados de São Paulo, próximo dos grandes rios, o retratista de Picolândia recebe um telegrama pedindo sua volta.
Chegando em Picolândia, o Retratista convoca o Autor da História e o Hacker Bisbilhoteiro para encontrarem um meio de expulsar as tropas ianques da cidade.
Fotos comprometedoras de soldados norte-americanos tratando mal ao povo picolandense tiradas pelo Retratista, juntamente com gravações das besteiras faladas no rádio por um vereador que estava com dor de cotovelo e principalmente as fotos que o Hacker bisbilhoteiro puxou na Internet onde George Bush aspirava farinha com uísque, louco pra dar ré no quibe... foram mais que suficientes para que o presidente norte-americano recuasse e retirasse imediatamente suas tropas de Picolândia.
O povo eufórico dava boas vindas aos novos heróis que voltavam para cidade. A ameaça da guerra por hora estava descartada, mas o mal ainda não estava por completo eliminado. Os cinco cavaleiros do mal ainda estão infiltrados na Câmara Municipal e esperam por ordens do velho comendador do mal que ainda tem planos para retomar o poder custe o que custar.

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O Retratista no exílio: telegrama de Picolândia muda a história

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fevereiro 10, 2005

Picolândia – a cidade (capítulo IV)

Guerra! Discussão na Câmara
Por Rodrigo Alves de Carvalho

As tropas norte-americanas aguardavam as ordens de George Busho para enfim bombardearem a cidade e matar o máximo possível de crianças e inocentes. Com a situação caótica, é convocada uma reunião extra-ordinária na Câmara Municipal de Picolândia.

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Soldado ianque se aproxima de Picolândia!

Com a palavra o presidente da Câmara, vereador Ulisses Sênior.
- Digníssimos colegas vereadores. Estamos reunidos nesta sessão extra-ordinária para debatermos a questão da guerra em nossa cidade.
Vereador Pancadinha – Pela ordem senhor presidente; quero saber se vamos ganhar um extra por essa sessão extra?
Ulisses Sênior – É claro! E vai ser em dobro por se tratar de um assunto explosivo.
Vereador Matusalém – Aproveitando o ensejo, quero colocar em pauta outro assunto de suma importância para o município, que é a questão das vacas que estão entrando no cemitério.
Vereador Luvanor – Essa questão pode esperar. Pois a guerra é mais importante!
Vereador Pancadinha – Estou com o vereador Matusalém. E mais, tenho uma pergunta para fazer a todos os vereadores: Dia desses uma vaca estava no cemitério e sem mais nem menos saiu correndo, o que “ela tinha”?
Vereador Cajadinho – Ah! Deve ter sido uma varejeira que picou a vaca.
Vereador Pancadinha (rindo) – Não imbecil! “Latinha” é uma lata pequena!
Todos no plenário riem da piada do vereador.
Vereador Luvanor – Pela ordem! Pela ordem! E a guerra? O que vamos fazer para evitar o conflito?
Vereador Ulisses Sênior – Proponho fazermos o que sempre fazemos nessas questões complicadas que requerem soluções inteligentes.
Vereador Luvanor – Vamos sentar e negociar a paz?
Vereador Ulisses Sênior – Não! Vamos oferecer propina para os comandantes das tropas americanas.
Vereador Pancadinha – Bravo! Não tem nada melhor que propina para resolvermos qualquer assunto. E aproveitamos para receber por fora também.
Vereador Cajadinho – Quero 20%.
Vereador Luvanor – Que pouca vergonha! Somos vereadores eleitos pelo povo. Precisamos mostrar serviço, ética e dignidade!
Vereador Pancadinha – Digníssimo vereador Luvanor, parece que o senhor vai dar trabalho pra gente. Esqueceu que somos vereadores e temos que manter nossa imagem de políticos submissos aos mais fortes e totalmente corruptos?
Vereador Ulisses Sênior – Digníssimos! Digníssimos! Essa conversa não vai levar a lugar algum. Temos que centralizar nossas mentes para coisas importantes para nossa querida Picolândia!
Vereadora Maria da Pinta – Pela primeira vez concordo com o presidente da Câmara. Vamos parar de balela e falar sobre a eminência da guerra que se torna cada vez mais preocupante para o município.
Vereador Ulisses Sênior – A senhora quase entendeu o que eu queria dizer. Pra falar a verdade proponho um recesso na Câmara para tomarmos uma cerveja no bar do Totonho e comermos um torresminho com limão.
Vereador Pancadinha – E depois preciso ir até o Bordel da Sheila Coxa Grossa, porque minha mulatinha prometeu não dar para ninguém nessa noite de carnaval. Só pra mim.
Vereador Ulisses Sênior – Declaro recesso no Plenário até o vereador Pancadinha comer a mulatinha dele.

Posted by Sandino at 10:15 PM | Comments (3)

janeiro 31, 2005

Picolândia – a cidade (capítulo III)

A tensão de uma invasão
Por Rodrigo Alves de Carvalho

As tropas norte-americanas estão chegando em Picolândia para a dita cuja invasão. O novo comendador busca reforços junto à população para defender a cidade. George Busho brinca de War com Donald Rumsfeld na Casa Branca: “Míssil Patriot sobre a prefeitura de Picolândia!”.
Enquanto isso, o presidente Lulalá vai até Porto Alegre para buscar ajuda junto aos produtores de soja transgênica para envenenarem os soldados americanos, logo depois vai a Davos na tentativa de barganhar algumas mulatas cariocas por armas atômicas soviéticas sucatadas.
Olha a Guerra aí gente!

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Imagem de satélite ianque aponta as instalações que serão bombardeadas em Picolândia.

clima de guerra em Picolândia parece com o clima de algumas horas antes de uma partida da seleção brasileira na Copa. Alguns rojões e muitas bandeiras pela cidade. Na Dutra, as tropas americanas com seus tanques e caminhões seguem para Picolândia, os soldados ouvem o hino ianque na guitarra distorcida de Hendrix e fumam baseado como se estivessem no Vietnã.
Nas casas de Picolândia a ordem é abastecimento. Abastecer as casas com água, Nissin Miojo, pacotes de cigarro TE e toda a coleção do Pink Floyd, porque não tem nada mais legal do que ser bombardeado ouvindo música progressiva. A eminência da guerra em Picolândia toma proporções gigantescas. Com cobertura 24 horas das emissoras de TV e pela Internet.
Ronaldinho Fenômeno faz um pedido para que Busho não invada a cidadezinha: “Venho pedir encarecidamente para não invadirem Picolândia porque minha noiva é de Minas Gerais”.
Até o Papa tenta a Paz: “Se os norte americanos não invadirem Picolândia, posso rever o conceito da igreja sobre sexo antes do casamento”.
A ONU lava suas mãos: “Se não for encontrado nenhum frasco de lança perfume, somos contra a invasão”.
Mas a crueldade, intolerância, egocentrismo e prepotência norte-americana não dá ouvidos a ninguém. Sobe a batuta de Adolf Busho, as tropas estão nos limites do município. Helicópteros já sobrevoam a cidade para reconhecimento. As criancinhas picolandenses inocentes gritam admiradas: “Helicópo desce aqui!”
Os mais velhos tapam os ouvidos ranzinzas: “Puta que pariu! Que barulheira do inferno!”
Parece cena de cinema em slow motion, os tanques entrando na cidade, soldados correndo e se posicionado atrás de muros e árvores, muita poeira pelas hélices dos helicópteros, expressão de bravura e heroísmo nos rostos dos jovens soldados americanos carregando seus fuzis com dificuldades.
Em contrapartida, os semblantes maus e traiçoeiros dos bebês picolandenses chorando nos colos de suas mães, os velhos picolandenses diabólicos e sem escrúpulos que não conseguem nem se locomoverem pela idade. Civis picolandenses desarmados e ajoelhados filhos da puta por não serem norte-americanos e por isso não merecerem estar vivos.
Porém, nenhum tiro foi dado, nem por Yankees e nem por picolandenses, as tropas invadiram a cidade e se deslocaram até a prefeitura onde o novo comendador estava.
A população seguia todos os passos dos soldados que se posicionaram em torno do paço municipal.
O que vai acontecer?
Só no próximo capítulo. Agora vai começar o jogo do Mengão e eu não quero perder.

Posted by Sandino at 10:57 AM | Comments (2)

janeiro 23, 2005

Picolândia – a cidade (capítulo II)

A próxima da lista
Por Rodrigo Alves de Carvalho*

Após a posse do novo comendador de Picolândia e do vexame no discurso cheio de gafes do presidente norte-americano, George Busho, a calma toma conta da cidade. Contudo, o presidente Yankee remói dentro de si um ódio incomensurável por ter sido abruptamente interrompido em seu discurso egocêntrico, prepotente e patriótico chinfrim.Voltando aos Estados Unidos e ao passar em Nova Iorque para comprar umas cuecas novas, o presidente Busho vai visitar o lugar onde ficava o Word Trade Center (in memória). Sente novamente aquele calorzinho dentro de suas entranhas e uma vontade consumidora de atacar e destruir outros povos aflora de sua cabecinha de melão.
Em Washington, Busho convoca a cúpula americana para tratar estratégias para uma nova invasão.Pergunta para o secretário da guerra qual era a pauta de invasões e se decepciona com a resposta:
- Bem! Depois do Afeganistão e do Iraque, em nossa lista, agora vamos invadir e tomar o Irã. Mas também podemos invadir a Coréia ou a Colômbia. O senhor que sabe!

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Suposto forró universitário em Picolândia: enquanto a guerra não vem.

Busho pensativo batia o dedo na testa, sem saber qual país seria o alvo de seus mísseis e de seus soldadinhos heróis:
- O que mais temos na lista? – pergunta Busho coçando o saco.
- Paises subdesenvolvidos estão todos na lista. Além é claro, da China que estamos invadindo aos poucos, mas com outras estratégias.
George Busho franze a sobrancelha e pede para o secretário da guerra:
- Coloque aí em primeiro lugar na lista uma cidadezinha chamada Picolândia.
Ao saber da invasão norte-americana, a população picolandense fica atônita. O novo comendador convoca seus bravos soldados (5 no total) e mais os aposentados, convoca a guarda municipal munidos de seus bloquinhos de multa e também todo tipo de guarda (guarda livros, guarda-chaves e guarda-chuvas).
Os bravos soldados se colocam em pontos estratégicos da cidade: perto da igreja, perto do monumento a Che Guevara (que todo mundo em Picolândia pensa que é Raul Seixas) e perto do clube da cidade onde haveria forró universitário.
Em telégrafo enviado ao presidente Lulalá, o novo comendador pede ajuda:
- Senhor presidente vamos ser invadidos pelos americanos! Nos acuda!
E o presidente Lulalá responde de sua nova namorada, quero dizer, morada. O avião presidencial:
- É com muito prazer que vou ajudar. Espere só enfim acabarmos de implantar o Fome Zero que Picolândia será o próximo de nossas prioridades federais.
Sem tempo para esperar tanto, o novo comendador faz o que pode. Cada cidadão picolandense está munido de estilingue e mamonas e até a molecada procura por pedaços de cano para se armarem com canudos de papel.
Os soldados Yankees começam a chegar por mar e por terra. Aterrissam nos aeroportos de Guarulhos e Viracopos onde são fotografados e preenchem formulários sobre o motivo da visita e respondem: invadir e conquistar Picolândia.
No porto de Santos, os soldados passam pela alfândega, mas só serão liberados depois de 5 dias pela burocracia do país.
Enquanto os soldados não chegam, a população picolandense aguarda ansiosa pela guerra que só iremos acompanhar nos próximos capítulos.
E agora preciso parar de escrever porque toda vez que fico ansioso preciso ir ao banheiro.
* Escritor e supostamente suplente edil em Picolãndia.

Posted by Sandino at 08:59 PM | Comments (0)

janeiro 18, 2005

Picolândia – a cidade

Dia da posse
Por Rodrigo Alves de Carvalho

No dia 1º de janeiro, em todas cidades brasileiras ocorreram as posses dos novos comandantes municipais. Em Picolândia também houve a posse do novo Comendador, secretários e vereadores.
Com muitas lágrimas nos olhos e muita vontade de ficar, o antigo Comendador entregou o cargo, as chaves da prefeitura e o cadeado do banheiro particular.

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Posse em Picolândia: o povo ganha as ruas!

Muitas personalidades mundiais estiveram presentes em Picolândia para a transação, quero dizer, transição dos cargos. Na Câmara municipal, o novo Comendador foi aclamado pelos seus novos súditos edis. Com a espada de Lancelot, o presidente da Câmara tocou o ombro do novo Comendador e com as palavras de Merlim o nomeou:
- Pelas forças da Távola Redonda nós o conclamamos. “Ave Comendador!”
E o povo eufórico numa só voz faz ressoar as palavras aos quatro cantos de Picolândia:
- “Ave Comendador!”
Num discurso cheio de gafes, o presidente norte americano, George Busho, que estava de férias num rancho no Texas e foi para Picolândia só para assistir a posse do novo Comendador, faz revelações bombásticas:
- Eu saber muito bem que o novo Comendador vai ser diferente do velho
Comendador.E saber também que Bin Bin Laden estar morando em Picolândia. Então faço meu pedido em público ao novo Comendador: Me entregue o Bin Bin porque eu comprar uma mesa de Pibolim novinha para jogarmos uma partida amistosa.
Eis que Sadadan Russein que conseguiu um hábeas corpus para assistir a posse retruca num canto:
- Mas Bushinho, como pode me trocar por esse cara que nem toma banho? E os nossos amistosos entre Araçatuba x Birigui que nunca tivemos oportunidade de terminar em paz?
Surge uma bateria de fogos de artifícios resplandece nos céus de Picolândia, a emoção era grande.
Muitos funcionários fantasmas choravam (porque iriam perder seus empregos),muitos funcionários laranjas choravam (porque iriam ser colhidos pela justiça), enfim, foi um chororo danado.
Depois da posse, um show fantástico com a dupla revelação de Picolândia, Tico-tico e Sabiá, e logo após um churrasco com muita cerveja portuguesa (onde a espuma fica embaixo do copo) e muita batata cozida.
Enquanto isso, no submundo da cidade, o velho Comendador juntamente com seus comparsas desempregados confabulam uma forma para que o reinado do novo Comendador seja breve e que o mau consiga ressurgir das cinzas o mais rápido possível.

Posted by Sandino at 08:09 PM | Comments (1)

dezembro 27, 2004

senta que lá vem história...

A Saga de Picolândia vai continuar
Por Rodrigo Alves de Carvalho

Picolândia, a cidade, teve sua fase áurea do ano de 1998 até 2002. Começou com alguns quadros humorísticos para a Rádio Gazeta FM da cidade de Jacutinga –MG.

Criada por Rodrigo Alves de Carvalho, escritor, poeta e comunista literário “forçado” a se entregar ao PT e a coordenação de Sandino - o guerrilheiro, Picolândia foi logo inserida na pauta do semanário “A Gazeta de Jacutinga”, onde combateu com sua linguagem afiada e crítica as barbáries e injustiças cometidas pelos detentores do poder local.

Em 1 de julho de 2001, Picolândia passou a ser publicado no Jornal “A Imprensa de Jacutinga”, jornal que se tornou símbolo da luta contra a subordinação e alienação dos meios de comunicação na cidade de Jacutinga. Em 15 de dezembro de 2002, é publicado o último número do jornal “A Imprensa de Jacutinga”, e é publicado também o último capítulo da primeira fase da “Saga de Picolândia”.

Personagens


Em sua primeira fase, A Saga de Picolândia contava a história de uma cidadezinha do interior cuja economia era totalmente baseada na fabricação de sorvetes, com isso a cidade prosperava apenas no verão, no inverno se tornava um caos, muitos desempregados, inadimplentes e desesperados.


O principal motivo desse quadro desesperador era a falta de visão dos políticos da cidade que não investiam em outras atividades e só se interessavam em tirar vantagens do povo simples e “provinciano” do local. Sob o comando do Comendador, o dono da cidade, sujeito autoritário e sem coração, a cidade de Picolândia se tornava cada dia mais a casa da mãe Joana.


Seus secretários puxa-sacos, como o secretário Blá blá blá, da educação e cultura; secretário Mão na Massa, do turismo, esporte e lazer; secretário Dr. Doctor, da saúde e o folclórico e inesquecível secretário de Sala e Cozinha que comandava todas as secretarias e de certa forma também comandava o Comendador. O secretário de Sala e Cozinha acabou sendo abduzido por alienígenas e até hoje mora em Marte onde constituiu família.


Na Câmara municipal tínhamos os vereadores submissos e passivos ao Comendador como o vereador Pancadinha; o vereador Cajadinho de Ouro; o vereador Matusalém e o até hoje atuante (ao Comendador) vereador Super Desativador de Bombas. Em contrapartida tínhamos os vereadores Rejeitadinho e Luvanor que faziam parte da oposição, mas eram ignorados pelos demais edis.


Em Picolândia passaram grandes personalidades brasileiras e mundiais como o astro pop- infantil, Michael Jackson, Osama Bin Bin Laden, George Busho, Maradona, FHHC, Eurico Miranda (cidadão picolandense) entre outros, além de Picolândia já ter sido o palco de uma Copa do Mundo, uma Olimpíada, Maratonas Internacionais e Grandes Prêmios de Fórmula 1. Acabada a primeira fase da “Saga de Picolândia”, e estando há dois anos sem ser publicado, recebo o convite de Sandino para continuar contando as histórias dessa cidade tão peculiar e tão parecida com tantas outras pelo nosso país. Nessa nova fase, muitas coisas mudaram e pra falar a verdade até eu (o autor), não sei o que vou presenciar em Picolândia, por estar muito tempo afastado dessa cidadezinha.


Porém, a partir de hoje vou estar relatando tudo o que acontece em Picolândia, a cidade onde fatos e personagens não são meras coincidências.

Posted by Sandino at 01:18 PM | Comments (0)

dezembro 09, 2004

Picolândia

A mente é de Rodrigo Alves de Carvalho. O Digão (entre os amigos de Jacucity) é ensaísta, poeta e foi articulista em jornais no sul de Minas Gerais. Criativo, atento, ardiloso..Rodrigo é o dono de Picolândia, uma cidade que poderia perfeitamente ser a sua! Depois do rádio, dos jornais... a “Saga de Picolândia” na net!


Toda sexta-feira, um capítulo diferente.

Posted by Sandino at 08:45 PM | Comments (0)