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<title>Sandino</title>
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<copyright>Copyright (c) 2012, Sandino</copyright>
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<summary type="text/plain">A cura de Shopenhauer (Sandino) Não quero mais saber de Shopenhauer Os pessimistas são derrotados Mesmo antes do prefácio Não quero saber de coisas tristes De gente ranzinza De mal com a vida Não preciso mais de Nietzsche Tenho aprendido...</summary>
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<dc:subject>Poesia</dc:subject>
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<![CDATA[<p><strong>A cura de Shopenhauer</strong><br />
(Sandino)</p>

<p>Não quero mais saber de Shopenhauer<br />
Os pessimistas são derrotados<br />
Mesmo antes do prefácio</p>

<p>Não quero saber de coisas tristes<br />
De gente ranzinza<br />
De mal com a vida</p>

<p>Não preciso mais de Nietzsche<br />
Tenho aprendido tanto<br />
A gente avança no sorriso de uma criança</p>

<p>Abro mão de pensar demais<br />
Pensar é errar<br />
Troco a vã filosofia por uma garrafa gelada de tubaína</p>]]>

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<title>As Mercenárias</title>
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<summary type="text/plain">Grupo de rock formado por Rosália Munhoz (voz), Ana Machado (guitarra), Sandra Dee (baixo) e Lou (bateria) na cidade de São Paulo em 1984. Na primeira formação contava com o guitarrista Edgard Scandurra, tocando bateria, que deixou o grupo no...</summary>
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<dc:subject>Música</dc:subject>
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<![CDATA[<p>Grupo de rock formado por Rosália Munhoz (voz), Ana Machado (guitarra), Sandra Dee (baixo) e Lou (bateria) na cidade de São Paulo em 1984. Na primeira formação contava com o guitarrista Edgard Scandurra, tocando bateria, que deixou o grupo no ano seguinte para dedicar-se exclusivamente ao IRA!. Sandra Dee também havia participado de outras bandas paulistanas, como o Voluntários da Pátria e o Smack, esta última em companhia de Scandurra. Seguindo a linha que se convencionou chamar de "pós-punk", lançou um único disco pelo selo paulista Baratos Afins.</p>

<p><img alt="mercenarias_P.JPG" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/mercenarias_P.JPG" width="400" height="398" /></p>

<p><a href="http://www.myspace.com/mercenrias">Mercenárias</a> on MySpace Music - Free Streaming MP3s </p>]]>

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<title>Dica aos navegantes...</title>
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<summary type="text/plain">Navegando pela net, cheguei ao blog Amor Louco. Que grata surpresa....o blog é repleto de dicas musicais, com destaque para o rock inglês e a música independente feita em nossas bandas. Dá para baixar diversos discos e cd´s... Vale a...</summary>
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<dc:subject>Música</dc:subject>
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<![CDATA[<p>Navegando pela net, cheguei ao blog <a href="http://amorloucobr.blogspot.com/">Amor Louco</a>. Que grata surpresa....o blog é repleto de dicas musicais, com destaque para o rock inglês e a música independente feita em nossas bandas. Dá para baixar diversos discos e cd´s... Vale a dica...   </p>

<p><img alt="amorlouco cópia.jpg" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/amorlouco cópia.jpg" width="400" height="346" /><br />
O blog é repleto de links com o melhor da música alternativa</p>]]>

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<title>ETA ETA ETA !!!</title>
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<summary type="text/plain"> ETA ETA ETA !!!! O Athletic Club está na final da UEFA! Uma comprovação: atualmente El Loco Bielsa é um dos melhores treinadores do futebol mundial, levando o modesto Bilbao a duas finais na temporada (a decisão da Copa...</summary>
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<dc:subject>Futebol</dc:subject>
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<![CDATA[<p><img alt="Athletic_Club_1903.jpg" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/Athletic_Club_1903.jpg" width="512" height="384" /></p>

<p>ETA ETA ETA !!!! O Athletic Club está na final da UEFA! Uma comprovação: atualmente El Loco Bielsa é um dos melhores treinadores do futebol mundial, levando o modesto Bilbao a duas finais na temporada (a decisão da Copa do Rei será dia 25 de maio, no estádio Vicente Calderón, em Madri, contra o “Barça Lona”. Na foto acima o time campeão da primeira Copa do Rei, em 1903. Na época, o Athletic ainda... era alviazul). Marcelo Bielsa sabe arrumar um time, priorizando o contra-ataque letal, as bolas longas para o centroavante-pivô que também sabe jogar com a bola no chão (Fernando Llorente - campeão mundial na África do Sul), a posse de bola é valorizada e tem a chegada dos volantes que arrematam em gol. A equipe atravessa um grande momento, é base da seleção olímpica espanhola que disputará os Jogos de Londres e para chegar a final da UEFA despachou o todo poderoso Manchester United, Schalke 04 e o Sporting Lisboa. Também vai bem no campeonato espanhol brigando por uma vaga na Champions League (o Athletic é um dos 3 clubes que jamais caíram para a segunda divisão). Não custa nada acender uma vela para o santo basco, Inácio de Loyola. Dá para ganhar e as chances na Liga Europa são maiores. O Atlético de Madrid é favorito, vem jogando bem, o Miranda arrumou a zaga, mas os madrileños dependem muito da criação/inspiração do Diego (ex-Santos) e do Falcao Garcia – que está em grande fase. Mas tem dia que é noite! A final será em Bucareste (Romênia) no dia 9 de maio. Sou Athletic desde sempre. Meus familiares imigraram para o Brasil perseguidos pelo franquismo e suas tropas que invadiram as cidades bascas – única região espanhola que se recusou a aceitar o fascismo. Agora é ganhar do Atlético do rei e a copa monarca.... Quem diria? Bilbao sensação na Europa! ETA ETA ETA !!!</p>]]>

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<summary type="text/plain">Plebe Rude: uma das maiores banda do rock brasileiro Por Marcio Amorim Brasília, a capital federal construída sob um olhar futurista para ser a cidade modelo do pais, havia tornado-se para uma grupo de jovens apenas um lugar tedioso. Ainda...</summary>
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<dc:subject>Música</dc:subject>
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<![CDATA[<p><strong>Plebe Rude: uma das maiores banda do rock brasileiro</strong><br />
Por <a href="http://whiplash.net/materias/biografias/038856-pleberude.html">Marcio Amorim</a></p>

<p>Brasília, a capital federal construída sob um olhar futurista para ser a cidade modelo do pais, havia tornado-se para uma grupo de jovens apenas um lugar tedioso. Ainda bem!!! Pois a partir daí estes jovens impulsionados pelo movimento punk e seu lema “do yourselves” passam a fazer sua própria diversão e dão à cidade o título de principal cidade rockeira do pais. De Brasília saem três das principais bandas do rock brasileiro, Capital Inicial, Legião Urbana e Plebe Rude, com diferentes estilos mas com a mesma ideologia tornam o combalido rock dos anos 80 em algo sério com letras abordando temas como a violência policial (Veraneio Vascaína), a ditadura militar (Proteção) e a corrupção (Que Pais É Esse). Porém, das três bandas foi a Plebe Rude a única a se manter no estilo punk durante seus 20 anos de estrada. <br />
Contemporânea do Aborto Elétrico (banda formada pelos irmãos Fé e Flavio Lemos e por Renato Russo), a Plebe formou -se em 1981 quando André Muller (ex-Metrallhaz) e Philippe Seabra (ex-Caos Construtivos) se conheceram dentro de um ônibus. Chamaram Gutje (ex-Blitx 64), para a bateria e vocal e como trio passaram a ensaiar. Logo nos primeiros ensaios constataram que precisam de um vocalista pois Gutje não tinha fôlego para arrebentar na bateria e ainda cantar. Eis que egressa para o vocal Jander Bilapha que costumava sempre acompanhar os ensaios da Plebe. Por um pequeno período a Plebe Rude chegou a contar com duas garotas nos backings vocals, Marta Detefon e Ana Galbinsk, mas devido o sucesso feito a época pela Blitz (“Você Não Soube Me Amar”), que contava com duas backings vocals e para não ter nenhuma futura comparação com a banda carioca, os plebeus resolveram tirar as garotas da banda.<br />
Com apresentações avassaladoras lembrando em muito a banda punk inglesa The Clash, a Plebe Rude chamava muita atenção por onde passava. Tocaram em todas as danceterias importantes do eixo-Rio São Paulo e ainda no legendário Circo Voador. E numa destas apresentações no Circo Voador conheceram Herbert Viana, que haviam “homenageado” na música “Minha Renda”. No principio, o encontro entre os plebeus e o paralama foi tenso, mas logo Herbert sacou todo o inteligente sarcasmo da Plebe Rude e a partir daquele momento tornou-se um dos que mais ajudaram a Plebe a estourar nacionalmente.<br />
O primeiro disco foi gravado em 1985. “O Concreto Já Rachou” é um mini LP de 7 faixas produzido por Herbert Viana. Este disco tornou-se um dos mais importantes da história do rock nacional, trazendo grandes hits como “Proteção”, “Minha Renda” e o hino “Até Quando Esperar”. Com este álbum a Plebe Rude alcança disco de ouro com mais de 200.000 cópias vendidas.<br />
Em 1987 os plebeus entram em estúdio, novamente produzidos por Herbert Viana, e fazem “Nunca Fomos Tão Brasileiros”. Este álbum traz músicas ainda dos tempos áureos de Brasília, e a belíssima balada “A Ida” é escolhida para ser o carro chefe. Mas foi a censura imposta à música “Censura” o grande fato deste disco. O álbum não alcançou a mesma vendagem do primeiro (foram 90.000 cópias). Mesmo assim a Plebe Rude mostrava todo seu vigor e que definitivamente era uma das grandes bandas do rock nacional.<br />
Só que as coisas tomam outro rumo em 1989 quando do lançamento de “Plebe Rude III”, um disco diferente de tudo o que os plebeus tinham feito. Com fortes influencias regionais este álbum mostra a Plebe querendo indicar novos caminhos para o rock nacional. Mas nem fãs nem críticos entenderam muito bem este conceito. Internamente as coisas também não vão bem, Jander deixa a banda e meses depois é a vez de Gutje pedir as contas.<br />
Phillippe Seabra e André Muller ainda lançam em 1992 o disco “Mais Raiva do que Medo” mas já não existia na sua essência a Plebe Rude. Por mais cruel que soasse, a Plebe havia acabado. Em 1994 Philippe e André fazem o último show da banda.<br />
Por cinco anos a Plebe ficou separada, mas os rumores de que seus integrantes pudessem voltar a ativa eram muitos. Em 1997 a EMI edita uma coletânea intitulada “Portofolio” e a tiragem de 5.000 cópias se esgota rapidamente. O público mostrava que gostaria de ver novamente reunida uma das bandas mais contestadoras do país.<br />
E o momento chegou. Em 1999 a Plebe volta com sua formação original para um show histórico no festival Porão do Rock em Brasília, e a gravação de um disco ao vivo.<br />
Em maio de 2000 foi lançado o primeiro registro ao vivo da Plebe Rude. “Enquanto a Treguá Não Vem” traz o melhor da Plebe em uma performance memorável, com a produção de Herbert Viana..Neste álbum, além dos clássicos, os plebeus prestam duas homenagens, uma à banda brasiliense Escola de Escândalo, regravando a música “Luzes”, e à banda punk paulista Cólera tocando “Medo”.<br />
Em 2001 a Plebe Rude comemorou 20 anos de existência. Viva a plebe!!!! Pois o rei está morto!!!</p>

<p><iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/OpFcV9jJwp0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<strong>Plebe Rude - "Bravo Mundo Novo" Musikaos Tv Cultura 2000</strong></p>]]>

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<summary type="text/plain">Clássico dos londrinos do The Who - um dos mais influentes grupos da história do rock. Formada em 1965, por Roger Daltrey (voz), Pete Townshend (guitarra), John Entwistle (baixo) e Keith Moon (bateria). A banda lançou seu primeiro álbum em...</summary>
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<![CDATA[<p>Clássico dos londrinos do The Who - um dos mais influentes grupos da história do rock. Formada em 1965, por Roger Daltrey (voz), Pete Townshend (guitarra), John Entwistle (baixo) e Keith Moon (bateria). A banda lançou seu primeiro álbum em 1965. </p>

<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1uFcPjILC7k&hl=pt-br&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/1uFcPjILC7k&hl=pt-br&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>]]>

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<summary type="text/plain">Maracanazo: a ferida indolor Por Daniel Ilirian - originalmente publicado no Vermelho A provocação irônica do curta-metragem produzido em 1988, por Ana Luíza Azevedo e Jorge Furtado, é a de que na tentativa do já maduro torcedor de voltar aos...</summary>
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<![CDATA[<p><strong>Maracanazo: a ferida indolor</strong><br />
Por Daniel Ilirian - originalmente publicado no <a href="http://www.vermelho.org.br">Vermelho</a></p>

<p>A provocação irônica do curta-metragem produzido em 1988, por Ana Luíza Azevedo e Jorge Furtado, é a de que na tentativa do já maduro torcedor de voltar aos tempos de sua infância para mudar o resultado da final da Copa de 1950, acaba por desviar a atenção do arqueiro que não vê o chute do atacante uruguaio e a bola acaba por morrer em sua rede, da mesma maneira como ficou na História. O alento que a fantasia poderia trazer se choca com a frieza que os fatos não apagam. <br />
A Copa do Mundo realizada no Brasil foi a primeira depois da Segunda Guerra Mundial e em especial ocorre no país após o Estado Novo, quando Getúlio Vargas implantara uma ditadura. A construção do estádio Mário Filho, o Maracanã, iniciada em 1948 e a sua inauguração em junho de 1950 foi um marco de grandes obras iniciado no governo Dutra, cuja intensidade aumentaria na volta de Vargas ao poder numa política que ficou conhecida como desenvolvimentismo nacionalista e provocou um grande crescimento industrial modificando consideravelmente a infra-estrutura brasileira, porém sem conseguir resolver os graves problemas sociais. <br />
O desenvolvimentismo nacionalista foi em sua essência uma ilusão de progresso vendida à sociedade brasileira. E foi com esta mesma ilusão, vivida a partir dos anos cinquenta, que o torcedor brasileiro se dirigiu ao recém construído estádio carioca, na tarde de 16 de julho de 1950, para assistir ao último jogo da Seleção que até então aplicara duas goleadas contra Espanha e Suécia, que ao lado de Inglaterra, Suíça, Itália e Iugoslávia, foram os representantes do continente europeu, juntos ao EUA, México, Paraguai, Bolívia e Chile, para a realização do maior evento esportivo do planeta. <br />
Brasil e Uruguai chegaram à partida decisiva sendo que os anfitriões jogavam por um simples empate para levantarem o caneco. O resultado todos já sabem. O Brasil era amplo favorito devido aos espetáculos que a equipe proporcionara até o jogo decisivo. O Uruguai, porém , não ficava para trás com um elenco de jogadores campeões nacionais em sua base. Friaça, jogador do Vasco da Gama, abria o placar que aumentaria a vantagem brasileira. Porém, a dupla uruguaia, Schiaffino e Ghiggia, tratou de enterrar o sonho da conquista do primeiro mundial. O bravo goleiro Barbosa, considerado como um dos maiores da história, ficou marcado pela derrota, acusado de falhar em ambos os gols. Certamente uma injustiça cujo desabafo Barbosa fez anos depois em entrevista. Porém, a questão levantada principalmente quando temos no horizonte próximo a realização de uma nova Copa do Mundo no Brasil em 2014, é de que com os parcos registros de imagens existentes sobre o Maracanazo, cuja esolução é muito ruim, considerando obviamente os recursos que havia na época, como ter alguma dimensão do que realmente significou a derrota para o Uruguai? <br />
Se o futebol tem na paixão a sua essência, fica praticamente impossível, principalmente para quem não viveu este período, ainda mais considerando a grande parcela de jovens que hoje constitui a população brasileira, conseguir minimamente se sensibilizar com a enorme frustração sentida pelos torcedores durante aquele jogo. Os números, jogos, resultados e escalações das equipes são informações que soam apenas como conhecimento semelhante ao que uma criança possa ter sobre a Conquista da América, sem que haja qualquer identificação com o fato. <br />
Por isso, voltamos ao torcedor fictício que viaja no tempo, e assim fazemos justiça à dramaticidade que o curta nos oferece e permite aquilo que as imagens e registros reais não deixam: chorar pela derrota brasileira. <br />
Na toada de sentimentos opostos como a alegria e a tristeza, tão intensos como o espetáculo do futebol é capaz de proporcionar ao torcedor, a Copa de 1950 se torna algo realmente insosso e indiferente. No entanto, fica para a geração atual, enquanto degusta a Copa de 2010, a possibilidade de testemunhar o evento em 2014, pensando em tudo o que já se disse sobre o Maracanazo e no significado que se procurou dar a ele e daí então poder de fato ressignificar a história e quem sabe, com um desfecho mais feliz.</p>

<p><img alt="uruguay.1950.jpg" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/uruguay.1950.jpg" width="488" height="347" /><br />
A seleção do Uruguai de 1950: destaque para Schiaffino e Ghiggia</p>]]>

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<title>&quot;MINHAS  MUSAS DA MÚSICA&quot;  </title>
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<modified>2012-03-02T22:31:35Z</modified>
<issued>2012-03-02T22:01:19Z</issued>
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<summary type="text/plain">O termo “musa” invadiu os gramados. Está na TV que a gente vê. Elas são lindas e sensuais. Incentivam a molecada e até resgatam torcedores que andavam sumidos. Da primeira-divisão ao campeonato de botão! Agora, todo time tem que ter...</summary>
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<![CDATA[<p>O termo “musa” invadiu os gramados. Está na TV que a gente vê. Elas são lindas e sensuais. Incentivam a molecada e até resgatam torcedores que andavam sumidos. Da primeira-divisão ao campeonato de botão! Agora, todo time tem que ter uma musa. Virou obrigação! Do Tanabi ao Santos! </p>

<p>Vale abrir um parágrafo antes que algum torcedor do tradicional alviverde do centro-oeste paulista se revolte - até porque tenho carinho pelo escrete tanabiense - um rival histórico de minha falecida; porém eternamente querida, única, original e amada AEA (saudades, meu amor!).</p>

<p>Para deleite da galera, diversos concursos são promovidos na televisão, jornais, sites... Tem cada mulherão meu camarada! É só buscar no Google!!!</p>

<p><img alt="maostragem cópia.jpg" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/maostragem cópia.jpg" width="565" height="173" /></p>

<p>Não é só no mundo da bola que elas andam fazendo sucesso. Também tem musas no automobilismo, política, movimentos sociais... A cada minuto surge uma nova candidata. Um vídeo instantâneo com detalhes do cotidiano pode virar uma febre na web e ganhar espaço em outras mídias. Eis uma receita para se fazer uma musa! Está fácil, hoje o conceito é bem amplo. A “apropriação indébita” do termo também vem sendo muito usado para vender uma imagem comum. Quanto pagou a revista para ela posar nua? Ela vai aparecer na nova novela? Em qual emissora mesmo? <br />
O uso da imagem de uma mulher sempre impulsionou vendas. O que seria da publicidade sem um belo rosto feminino, uma boca carnuda sensual, pernas torneadas, seios fartos... Elas provocam, despertando a atenção dos homens - grandes consumidores que seduzidos compram até um terreno na Lua. </p>

<p>Porém, não é tão simples merecer tal homenagem. Como pontapé inicial, vale lembrar que para ser uma legítima musa, a mulher deve estar necessariamente ligada à arte ou ciência. Até os dicionários on line estabelecem essa condição.</p>

<p><strong>Definição de musa </strong><br />
(segundo o <a href="http://www.dicio.com.br/">Dicionário Online de Português</a>)<br />
<strong>musa</strong> sf (gr moûsa) Mit Cada uma das nove deusas que presidiam às ciências e às artes. 2 Suposta divindade ou gênio que inspira a poesia. 3 Faculdade de fazer versos; estro. 4 Tudo o que pode inspirar um poeta. 5 Gênio de cada poeta. 6 A literatura poética; a poesia. sf pl Mit Nove deusas, filhas de Zeus e de Mnemósine (a memória), que patrocinam as artes e as ciências: Calíope (poesia épica), Clio (história), Euterpe (música), Melpômene (tragédia), Talia (comédia), Urânia (astronomia), Érato (poesia amorosa), Terpsícore (dança), Polímnia (hinos).Musa2Mu.sa2 sf (de Musa, np) Bot Gênero (Musa) típico da família das Musáceas, que compreende ervas perenes, arborescentes, com enormes folhas embainhadas, cachos de flores subtendidos por brácteas vivamente coloridas e frutos roliços, carnosos. Inclui várias espécies de bananeiras.</p>

<p><strong>Sinônimos de musa</strong><br />
Musa: inspiração e poesia<br />
Classe gramatical de musa: Substantivo feminino<br />
Separação das sílabas de musa: mu-sa<br />
Plural de musa: musas<br />
Na numerologia musa é o número 9 </p>

<p>Portanto, para ser uma musa é imprescindível que a mulher possua a capacidade de inspirar a criação artística ou científica. As musas alimentam, provocam, aguçam, conflitam, inovam, sugerem... Em 1899, o poeta e ensaísta Raymond de St. Gilles escreveu uma carta ao marquês Henri de Gremmont. A correspondência mostra com todas as letras a capacidade de inspiração gerada por uma musa - que como tal deve sempre ser reverenciada, tratada com delicadeza, sutileza, ternura, fantasia, tesão...A profusão de imagem é inevitável.</p>

<p><img alt="cartaaaa.jpg" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/cartaaaa.jpg" width="576" height="723" /></p>

<p>Não há um padrão de comportamento. São belezas diferentes. Comportada ou rebelde? De conduta exemplar ou marginal? Com vocação para o lar ou para a putaria? No auge ou fim de linha? Equilibrada ou quebrada?</p>

<p>Na sequência, segue minha lista "10 musas da música", com um resumo de suas vidas, obras, vídeos, tem links para download... Não há uma regra, nem ordem de importância. Tem famosas, outras nem tanto. Atuais e as que acabaram de chegar. Populares e underground. Tem capa de revista, mas tem quem busca conceito e vanguarda. Vi de perto algumas, outras partiram antes de eu nascer. Repito: não se trata de um torneio de musas. A beleza está nos olhos de quem vê, já diria Dioniso. Em toda mulher há encanto e magia. A propósito: Qual é sua musa inspiradora?</p>

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<p><strong>#01 – DOLORES DURAN </strong> <br />
<img alt="dolores_dentro.JPG" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/dolores_dentro.JPG" width="500" height="539" /></p>

<p>Nasceu Adiléa da Silva Rocha – eternizada como Dolores Duran. Nsceu no Rio de Janeiro, em 07 de junho de 1930. Uma das maiores representantes do samba-canção brasileiro. Começou a cantar muito cedo - seu primeiro prêmio foi aos seis anos de idade. Aos 15 seu pai morreu - e ainda menina, cantando passou a sustentar sua família.<br />
Autodidata, falava inglês, francês, italiano e espanhol Certa vez, Ella Fitzgerald declarou que a melhor interpretação que  havia ouvido para My Funny Valentine - um clássico da música norte-americana, era de  Dolores Duran.<br />
Foi casada com Tom Jobim (um estreante!). A união foi desastrosa e rápida.  <br />
Além de ser uma intérprete muito requisitada, Dolores se destacou por ser uma compositora. Entre suas composições, destaque para clássicos da MPB, como “Castigo”, “A Noite do Meu Bem”, “Olha o Tempo Passando e Estrada do Sol”, entre outras tantas canções. <br />
Apesar das recomendações médicas sobre suas fragilidades cardíacas, não refreou os excessos. Na manhã de 24 de outubro de 1959, Dolores Duran, aos 29 anos, chegou à sua casa nas primeiras horas do dia, depois da uma apresentação no Little Club e uma esticada na noite. Conversou com a empregada, dizendo: “Não me acorde. Estou muito cansada. Vou dormir até morrer”. À noite foi encontrada morta, vítima de um colapso cardíaco. <br />
<strong>LEGADO</strong><br />
Em 1960, Lúcio Alves gravou um LP dedicado às suas obras. Em 1970, o teatrólogo Paulo Pontes escreveu e produziu o show "Brasileiro, Profissão Esperança", com músicas de Dolores Duran, estrelado por Maria Bethânia e Raul Cortez, com direção de Bibi Ferreira. Em 1971, o cantor norte americano Frank Sinatra, gravou a versão de "Por Causa de Você", com o título "Don't Ever Go Away".</p>

<p><strong>DISCOGRAFIA</strong><br />
Dolores Duran Viaja (1955)<br />
Dolores Duran Canta Para Você Dançar (1957)<br />
Dolores Duran Canta Para Você Dançar Nº 2 (1958)<br />
Êsse Norte É Minha Sorte (1959)</p>

<p><a href=" http://torrentpump.com/torrents/dolores-duran-mp3-torrent">Click</a> e baixe músicas no Torrent (formato MP3)<br />
<a href="http://music.napster.co.uk/uk/search-Dolores+Duran/Dolores+Duran">Click</a> e baixe músicas no Napster</p>

<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Y6HWZ_wa_l4&hl=pt-br&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Y6HWZ_wa_l4&hl=pt-br&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>

<p><img alt="cifra.jpg" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/cifra.jpg" width="433" height="625" /> </p>

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<strong>#02 – BJÖRK</strong><br />
<img alt="Bjrk+bjork.jpg" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/Bjrk+bjork.jpg" width="400" height="542" /></p>

<p>Björk Guðmundsdóttir, nasceu em 21 de novembro de 1965 na cidade de Reykjavik, capital da Islândia. Seus pais a encorajaram a exercitar seus talentos logo cedo. Com apenas cinco anos começou a ter aulas de canto em uma escola de música, na qual também aprende a tocar piano e flauta. <br />
Com um pouquinho mais de experiência e toda a inocência de uma menina de 12 anos, em 1977, Björk cantou em uma rádio, o que lhe deu a oportunidade de gravar o seu primeiro disco com a ajuda do seu padrasto. Este primeiro lançamento, chamado “Björk” antecipa o que virá depois na sua excelente carreira. Ganhou um disco de platina e se tornou conhecida por seu inovador estilo. Depois, gravaou um segundo disco. Anos depois, a “menina”  virou punk. Perambulava por Reykjavik com os cabelos vermelhos e sobrancelhas raspadas, com o espírito de Sex Pistols formou uma banda só de garotas (“Spit and Snot”). Depois fez parte das bandas. “Exodus”,.. “JAM 80”  e “Cork the bitch´s ass” (algo como “tampe o rabo da vagabunda”) resultando na gravação de dois discos, “Bitid Fast I Vitid”em 1981 e “Miranda” em 1983.<br />
Em 1985 Björk descobre que está grávida e apesar de ser muito jovem e de ter ficado paralisada com a notificação do médico decide se deixar levar por sua intuição feminina e ter seu bebê.<br />
<strong>Sugarcubes </strong><br />
A sonoridade agridoce e exótica do Sugarcubes chamou logo a atenção, O primeiro single  foi “Birthday” em 1987. Era a primeira pop song islandesa fazia sucesso fora da ilha. O impacto foi fulminante  e os Sugarcubes ganharam o mundo, emplacando sucessos como  "Deus" e "Cold Sweat"; Já o segundo disco d abanda  teve uma recepção abaixo das expectativas geradas por seu antecessor- apontando novos rumos para  Björk.<br />
Em 1993, lançou seu primeiro single solo "Human Behaviour".  O álbum ganhou disco de ouro nos Estados Unidos e platina no Reino Unido. – comprovando o talento de Björk – que se tornaria uma das mais importantes cantoras do cenário musical.  (Fonte::Rock Press) </p>

<p><a href="http://www.coletaneascompletas.com/2009/05/bjork-voltaic-2009/">Download</a> de músicas (as bandas, solo e coletâneas)</p>

<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/LyEJxzQM24Q&hl=pt-br&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/LyEJxzQM24Q&hl=pt-br&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>

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<strong>#03 – SYLVINHA ARAÚJO</strong><br />
<img alt="1214491671497_f.jpg" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/1214491671497_f.jpg" width="497" height="500" /></p>

<p>Sílvia Maria Vieira Peixoto Araújo nasceu em 16 de setembro de 1951, em Mariana, e foi criada em São João Del Rey (ambas em Minas Gerais). Ela tornou-se cantora profissional com apenas 14 anos, quando lançou seu primeiro disco, com as músicas “Vou botar Pra Quebrar” e “Feitiço de Broto”.<br />
Sylvinha ganhou fama na época da jovem guarda – ao lado de ícones como Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa. Sua voz potente emprestou força a canções como “Paraíba” (de Luiz Gonzaga), o que na época rendeu comparações até com a cantora americana Janis Joplin.<br />
Chegou a vender mais de um milhão de discos em sua carreira e gravou inúmeros jingles publicitários. Nos anos 70 afastou-se da música. Voltou a cantar somente no final da década. Entre os anos 70 e 80, foi jurada de programas de calouros apresentados por Silvio Santos.<br />
<strong>Rainha da publicidade</strong><br />
Durante mais de 20 anos foi uma das vozes mais ouvidas no Brasil em campanhas para Mc Donald’s, Coca-Cola, Unibanco, Varig, entre outras. Depois de eternizar diversos jingles, se afastou da publicidade e junto com o marido Eduardo Araújo, passou a dedicar-se a gravadora  do casal,  a “Number One”. Pelo selo, lançou em 2001 o CD “Suave é a Noite”. Na seqüência, fez vários shows comemorativos pelos 40 anos de Jovem Guarda. Sylvinha faleceu em 25 de junho de 2008, aos 56 anos, em decorrência de um câncer de mama, doença que conviveu por 12 anos.</p>

<p><a href="http://www.myspace.com/sylvinhaaraujotributo">Veja</a> o "Tributo Sylvinha Araújo" no Myspace</p>

<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3ZeIIHqd8Ps&hl=pt-br&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/3ZeIIHqd8Ps&hl=pt-br&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>

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<p><strong>#04 – NICO</strong><br />
<img alt="nico-credit-gerard-malanga.jpg" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/nico-credit-gerard-malanga.jpg" width="400" height="459" /></p>

<p>Christa Päffgen nasceu a 16 de Outubro de 1938 em Köln, na Alemanha. Algumas fontes afirmam que ela teria nascido a 15 de Março de 1943, em Budapeste, capital da Hungria. O pseudonimo "Nico" foi dado por Andy Warhol e é um anagrama da palavra ICON (ícone).<br />
Nico encontrou fama como modelo. Após abandonar a escola aos 13 anos de idade, ela começou a vender lingerie. Um ano mais tarde, sua mãe encontrou seu trabalho como modelo em Berlim.<br />
Enquanto trabalhava como modelo, ela conheceu o fotógrafo Herbert Tobias, que deu a ele o nome "Nico". Mais tarde, ela se mudou para Paris e trabalhou para a revista Vogue, Tempo, Vie Nuove, Mascotte Spettacolo, Camera, Elle, e outras revistas fashion no começo dos anos 1950.<br />
Após aparecer em vários comerciais de televisão, Nico conseguiu um papel pequeno no filme "La Tempesta" (1958), do diretor Alberto Lattuada. Mais tarde, porém naquele mesmo ano, apareceu no filme "For the First Time", do diretor Rudolph Maté, ao lado de conhecidos atores como Mario Lanza.<br />
Em 1959, ela foi convidada para ir ao set de "La dolce vita", do diretor Federico Fellini, atraindo a atenção de tal diretor, fazendo com que ele desse a Nico um pequeno papel no filme. Naquela época, ela tinha se mudado para Nova York para ter aulas de teatro com Lee Strasberg.<br />
Após dividir o seu tempo entre Nova York e Paris, ela conseguiu o papel principal no filme "Strip-Tease" (1963), do diretor Jacques Poitrenaud. Ela gravou também o title track para o filme, que foi produzido por Serge Gainsbourg, mas que não fora lançado até 2001, quando a música foi incluida no CD como parte da coletânea francesa "Le Cinéma de Serge Gainsbourg".<br />
Durante esse período, ela deu à luz ao seu filho, Ari (nascido em 1962), que teve como pai o ator francês Alain Delon. Entretanto, a criança foi criada a maior parte do tempo pelos pais de Delon, que sempre insistiu em negar sua paternidade.<br />
<strong>O começo da carreira musical</strong><br />
Em 1965, Nico conheceu o guitarrista do Rolling Stones, o famoso Brian Jones, e gravou com ele o seu primeiro single, "I'm Not Sayin'". O ator Ben Carruthers apresentou ela a Bob Dylan em Paris naquele verão. Dizem que Dylan, mais tarde, escreveu a música "I'll Keep It With Mine" para Nico.<br />
Após ser apresentada à Bob Dylan, ela começou a trabalhar com Andy Warhol e Paul Morrissey em seus filmes experimentais, incluindo "Chelsea Girls", "The Closet", "Sunset" e "Imitation of Christ".<br />
<strong>O Velvet Underground & Nico</strong><br />
Após Andy Warhol se tornar o empresário do Velvet Underground, ele propôs que o grupo teria Nico como vocalista. O grupo concordou, apesar de uma considerável relutância, devido a razões pessoais e musicais — John Cale, do grupo, descreveu Nico como "tone deaf", algo como: "quem não tem ouvido". Apesar disso, ele iria ter papel fundamental na carreira solo de Nico. O grupo, incluindo Nico, tornaram-se os acompanhadores pessoais para a "Exploding Plastic Inevitable", um show experimental e alternativo de Andy Warhol, que misturava música, filme, dança e pop art.<br />
Nico fez o vocal principal em três músicas ("Femme Fatale", "All Tomorrow's Parties" e "I'll Be Your Mirror") e providenciou o backing vocal em ("Sunday Morning") no álbum de estréia da banda: The Velvet Underground and Nico. Lançado no ano de 1967, o álbum foi fundamental para o aparecimentos de muitos gêneros musicais, incluindo o punk rock e New Wave.<br />
Nico teve uma breve relação romântica com o vocalista e compositor, Lou Reed. Nesse mesmo período, ela esteve envolvido em relações amorosas com outros músicos, incluindo Cale, Jim Morrison do grupo The Doors, Jackson Browne, Brian Jones, Tim Buckley, Bob Dylan e também com Iggy Pop.<br />
Pouco tempo após a turnê que se seguiu, a Exploding Plastic Inevitable, saiu de cena no começo de 1967, Nico e o Velvet Underground foram para caminhos diferentes. Tanto Lou Reed como John Cale tocaram em partes significantes do projeto solo de Nico. Nos próximos 20 anos que seguiram-se, ela gravou uma série de álbuns bem aclamados pela crítica, trabalhando em coisas parecidas com Brian Eno e Phil Manzanera. John Cale esteve particularmente envolvido nas músicas de Nico, produzindo quatro de seus álbuns, como também fazendo arranjos e tocando diversos instrumentos nas gravações.<br />
<strong>Carreira solo</strong><br />
Para o seu álbum de estréia, o Chelsea Girl, lançado em 1967, Nico gravou músicas de diversos artistas como Bob Dylan, Tim Hardin, Jackson Browne e também de Lou Reed e John Cale, dois dos membros do Velvet Underground. Ela gravou também uma música que Lou Reed e John Cale co-escreveram com Sterling Morrison, chamada "It Was a Pleasure Then", uma música de oito minutos com solos de guitarra e de violino.<br />
Chelsea Girl é um álbum tradicional de folk que influenciou artistas do estilo como Leonard Cohen, com arranjos de instrumentos de corda e flautas sobrepostos por seu produtor. Nico, no entanto, não ficou satisfeita com o resultado do álbum finalizado.<br />
Para o seu outro LP, o The Marble Index, lançado em 1969, Nico escreveu todas as músicas do álbum e fez as estruturas de todas as músicas, que consistem principalmente em um balanço de harmônio nos acordes. Os arranjos foram escritos por John Cale, que deu às músicas de Nico um estilo de folk e instrumentos clássicos. Frazier Mohawk produziu o álbum. A harmonia de Nico tornou sua assinatura para o resto de sua carreira. O álbum combina elemtnos clássicos com o som de folk europeu.<br />
Nico lançou mais dois álbuns solos nos anos 1970: o clássico Desertshore (1970), também produzido por John Cale. Já o The End (1974), co-produzido por Cale e Joe Boyd. Cale tocou a maior parte dos instrumentos nesses dois álbuns. Nico escreveu as músicas, cantou, e tocou harmônio. The End, traz o músico Brian Eno tocando sintetizador.<br />
No dia 13 de dezembro de 1974, Nico foi o suporte para o infame show da Tangerine Dream na Reims Cathedral em Reims, na França. O promotor tinha vendido mais ingressos que o permitido, deixando o local inapropriado para aquele gigantesco número de pessoas, que, pela falta de espaço, mal conseguiam andar ou se mover. Isso resultou em pessoas urinando dentro do hall da catedral. A igreja católica denunciou essas ações e, no fim de tudo, acabou por banir futuras apresentações nas propriedades da igreja.<br />
Nico voltou para Nova York no fim de 1979, onde o seu show de volta no CBGB no começo do ano de 1980, foi bem comentado no New York Times. Ela começou a tocar regularmente no Mudd Club e em outros locais.<br />
Nico gravou seu próximo álbum de estúdio, o Drama of Exile, em 1981. O álbum a separou de John Cale (que vinha acompanhado-a desde o começo), e trouxe uma mistura de rock e arranjos do oriente médio. Ela gravou seu último álbum solo, Camera Obscura, no ano de 1985, novamente com John Cale, desta vez, como produtor, e com o The Faction (James Young e Graham Dids).<br />
<strong>Filmes </strong><br />
Entre 1970 e 1979, Nico fez sete filmes com o diretor francês Philippe Garrel. Ela conheceu Garrel em 1969 e contribui com a música "The Falconer" para seu filme, "Le Lit de la Vierge". Mais tarde, ela estava vivendo com Garrel e tornou-se uma figura central em seu círculo pessoal e cinematográfico. A primeira aparição de Nico em um filme de Garrel aconteceu em, La Cicatrice Intérieure, de 1972. Nico contribui também com uma música para o filme. Ela apareceu em outros filmes de Garrel como Anathor (de 1972); o filme biográfico de Jean Seberg, Les Hautes Solitudes, lançado em 1974; Un ange passe (de 1975); Le Berceau de cristal (de 1976), estrelando Pierre Clementi, Nico e Anita Pallenberg; e também Voyage au jardin des morts (de 1978). Seu filme de 1991, J'entends Plus la Guitare, é dedicado à Nico.<br />
<strong>Morte</strong><br />
Nico foi uma viciada em heroína por mais de quinze anos. O biógrafo Richard Witts especulou que o vício de Nico se deu por suas experiências traumáticas de guerra, ainda durante sua infância, e também por ser uma criança ilegítima.<br />
No dia 18 de julho de 1988, enquanto estava em férias com o seu filho em Ibiza, na Espanha, Nico teve um ataque cardíaco enquanto andava de bicicleta e, na queda, bateu a cabeça. O motorista de um táxi que passava a encontrou inconsciente e encontrou dificuldade para conseguir encontrar um hospital que a atendesse em Ibiza, pois Nico não tinha plano de saúde. Incorretamente, ela foi diagnosticada por ter sofrido insolação, e morreu no dia seguinte. O exame de raio-X, mais tarde, acabou revelando uma severa hemorragia cerebral, que foi o que lhe causou a morte. Nico foi enterrada no "Grunewald Forest Cemetery" em Berlin. </p>

<p><strong>DISCOGRAFIA</strong><br />
<strong>Álbuns de estúdio</strong><br />
1967 - The Velvet Underground and Nico<br />
1967 - Chelsea Girl<br />
1969 - The Marble Index<br />
1970 - Desertshore<br />
1973 - The End<br />
1981 - Drama of Exile<br />
1985 - Camera Obscura<br />
<strong>Álbuns ao vivo</strong><br />
1974 - June 1, 1974<br />
1982 - Do or Die: Nico in Europe<br />
1985 - Nico Live in Pécs<br />
1986 - Live Heroes<br />
1986 - Behind the Iron Curtain<br />
1987 - Nico in Tokyo<br />
1988 - Fata Morgana (Nico's Last Concert)<br />
1989 - Hanging Gardens<br />
1994 - Heroine<br />
2003 - Femme Fatale: The Aura Anthology<br />
2007 - All Tomorrow's Parties (álbum duplo)</p>

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<p><strong>#05 – EDITH PIAF</strong><br />
<img alt="dith+Piaf.png" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/dith+Piaf.png" width="500" height="538" /></p>

<p>Edith Piaf (Edith Giovanna Gassion) nasceu em Paris, França no dia 19 de dezembro de 1915 e faleceu em Grasse, França no dia 10 de outubro de 1963. Foi uma cantora francesa de música de salão e variedades, mas foi reconhecida internacionalmente pelo seu talento no estilo francês da chanson. Seu canto expressava claramente sua trágica história de vida. Entre seus maiores sucessos estão "La vie en rose" (1946), "Hymne à l'amour" (1949), "Milord" (1959), "Non, je ne regrette rien" (1960). Participou de peças teatrais e filmes. Em junho de 2007 foi lançado um filme biográfico sobre ela, chegando ao cinemas brasileiros em agosto do mesmo ano com o título "Piaf - Um Hino Ao Amor" (originalmente "La Môme", em inglês "La Vie En Rose"), direção de Olivier Dahan.<br />
Cantora e compositora imortal, suas letras retrataram, em tom de drama ou de alegre sátira, boa parte da história social e amorosa dos parisienses do século XX, levando sua voz peculiar, inconfundível, tornada universal, para todas as partes do mundo, como símbolo do renascimento francês depois da desastrosa experiência da IIª Guerra Mundial.<br />
Mulher livre, sem marido fixo, sem família ou filhos, colecionado amantes (em geral jovens bonitões como Ives Montand ou George Moustaki), entregou-se para sempre à música. Tornou-se a grã-sacerdotisa da canção popular francesa do após-guerra, com direito à corte permanente e tudo o mais. Uma das suas mais exemplares e comoventes interpretações foi o L´Hymne à l ´amour, Hino ao Amor, no qual ela expressou a perda irreparável do seu amado Marcel Cerdan, um campeão de boxe franco-argelino que morrera num desastre aéreo em 1949. <br />
Rosto redondo, expressivo mas sem beleza, cabelos em desalinho, vestido longo escuro, pequerrucha, sob a luz do palco ela era indomável, irresistível, arrebatadora. Flutuava ao microfone, como um beija-flor frente a uma rosa. <br />
Boêmia, privações na infância, o vício da morfina e o hábito do álcool, formaram uma combinação perigosa que pôs um fim precoce à vida da cantora Edith Piaf, falecida aos 47 anos de idade. Adoecida, retirara-se de Paris, de um apartamento que ocupava há muitos anos, para ir morrer perto de Grasse, no dia 10 de outubro de 1963. Hoje, seu túmulo é um dos mais visitados por turistas do mundo inteiro.</p>

<p><strong>DISCOGRAFIA (Brasileira)</strong><br />
La Vie En Rose<br />
The Very Best Of Edith Piaf (1990)<br />
Édith Piaf: 30 Anniversaire (2000)<br />
Saprrow Of Paris (2002)<br />
Tu Es Partout (2002)<br />
Hymme À L'Amour (2007)<br />
Platinum Collection - Digipack Edith Piaf<br />
La Historia: Box Édith Piaf (2008)<br />
Coleção Forever: Édith Piaf (2008)</p>

<p><strong>FILMES</strong><br />
La garçonne (1936) Jean de Limur<br />
Montmartre-sur-Seine (1941) Georges Lacombe<br />
Etoile sans lumière (1946) Marcel Blistène<br />
Al diavolo la celebrità (1949) Mario Monicelli Steno<br />
Paris chante toujours (1951) Pierre Montazel<br />
Boum sur Paris (1953) Maurice de Canonge<br />
Si Versailles m'était conté (1954) Sacha Guitry<br />
French cancan (1954) Jean Renoir<br />
Édith et Marcel (1983) Claude Lelouch<br />
La Môme (2007) Olivier Dahan</p>

<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2UlEJXkxnSc&hl=pt-br&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/2UlEJXkxnSc&hl=pt-br&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>

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<p>#06 – PITTY<strong> </strong><br />
<img alt="3_20070223121055.JPG" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/3_20070223121055.JPG" width="500" height="429" /></p>

<p>Pitty, nome artístico de Priscilla Novais Leone, (Salvador, 7 de outubro de 1977). Pitty passou a infância em Porto Seguro, no mesmo estado. Seu pai, músico e dono de bar, tocava bastante as canções do conterrâneo Raul Seixas, e ainda de outros tantos rockeiros dos anos 1960 e 1970, como Beatles, Elvis Presley e Lou Reed. Posteriormente, bandas como AC/DC, Nirvana, Pantera, Alice in Chains, Metallica, Faith No More, Mars Volta, Queens of the Stone Age e Muse fizeram parte de suas principais influências.<br />
Cresceu em meio ao cenário de bandas baianas independentes, com as quais participou de rodas de shows em um bar de Salvador. Um dia, entrou na roda cantando "Smells Like Teen Spirit" da banda Nirvana e desde então decidiu investir na área musical, com o apoio do grande nome do cenário underground Rogério Big Brother (dono do selo bigbross records).<br />
Também participou da banda Shes (1997–1999) como baterista. A banda era também formada por Carol Ribeiro (guitarra), Liz Bee (guitarra e vocal) e Lulu (baixo). Pitty participou também da banda Inkoma (1995–2001), iniciando sua carreira como vocalista. Foi aluna da Faculdade de Música da Universidade Federal da Bahia.<br />
Em 2003, lança seu primeiro álbum, Admirável Chip Novo, onde ela conquistou sua fama e vendeu mais de 100 mil cópias. Em 2005 ela lançou o CD Anacrônico e mostrou que veio para ficar, sempre emplacando vários sucessos.<br />
Em 2007, após a turnê do Anacrônico, ela lançou seu primeiro DVD ao vivo, o {Des}Concerto ao Vivo. Além de ser lançado nos formatos CD, DVD e DualDisc, o registro de show da banda foi também lançado em um modelo de aparelho celular, resultado de uma parceria com a Nokia. Com isso, Pitty recebeu o prêmio "Celular de Platina" pela vendagem de 200 mil aparelhos contendo seu álbum. Em 2009, lançou seu mais atual álbum chamado Chiaroscuro. O primeiro single do álbum, Me Adora, logo atingiu os primeiros lugares nas principais rádios brasileiras. Chiaroscuro ganhou um jogo de celular que é baseado em suas músicas, algo inédito no país, chamado Chiaroscuro: O Jogo.<br />
Devido ao voto popular, Pitty levou vários prêmios no MTV Video Music Brasil, da MTV Brasil, entre eles já foi duas vezes artista do ano, ganhou o prêmio de clipe do ano, show do ano, três vezes seguidas como vocalista da banda dos sonhos e muitos outros. Pitty ganhou aproximadamente 43 prêmios ao longo dos seus seis anos de carreira.</p>

<p><strong>CURIOSIDADES</strong><br />
- Pitty ganhou esse apelido por causa da altura. Ela também tinha outro apelido: Pitica.<br />
- Pitty não gosta do carnaval. "Eu não me identifico, não consigo entender aquela coisa feliz".<br />
- Para compor as letras do primeiro CD, Pitty se inspirou nos diários que mantinha desde a infância.<br />
- Pitty teve participação especial no mangá da Luluzinha Teens e sua turma.<br />
- Pitty é a primeira artista brasileira a ter um game de celular baseado em um de seus discos, chamado Chiaroscuro: O Jogo.</p>

<p><strong>ÁLBUNS (Estúdio)</strong><br />
2OO3: Admirável Chip Novo<br />
2OO5: Anacrônico<br />
2OO9: Chiaroscuro</p>

<p><strong>CDS & DVDS</strong><br />
Admirável Vídeo Novo (2004)<br />
Anacrônico (2005)<br />
Concerto ao Vivo (2007)<br />
Chiaroscuro (2009)</p>

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<strong>#07 – SERENA RYDER </strong><br />
<img alt="serena_ryder.jpg" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/serena_ryder.jpg" width="600" height="403" /></p>

<p>Nascida em Toronto em 08/12//1983, a cantora canadense ainda é pouco conhecida no Brasil. Sua música flerta com o folk (há muito de Neil Young) e pitadas de indie rock. Linda e antenada com as novas tecnologias, Serena é dona de uma voz que “acalma a alma”. A guria também é engajada nas questões ambientais e recentemente participou da campanha “ Tck Tck Tck: Time for Climate Justice” liderada por Kofi Annan. Neste projeto, Serena participou da regravação de  “Beds are Burning” da banda Midnight Oil.  A versão para o “hino” também contou com a colaboração de outros artistas e personalidades, como Mark Ronson, Jamie Cullum, Mélanie Laurent, Marion Cotillard, Manu Katché, Youssou N’Dour, Yannick Noah, Duran Duran, Scorpions, Desmond Tutu, Amadou et Meriam e naturalmente, Midnight Oil.<br />
O álbum "If Your Memory Serves You Well" agradou a crítica, chamando atenção para a “delicadeza” dos vocais de Serena.   Ouça e apaixone-se! Que voz perfeita tem essa menina!</p>

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<p><strong>DISCOGRAFIA</strong><br />
Falling Out (1999)<br />
Unlikely Emergency (2005)<br />
If Your Memory Serves You Well (2006)<br />
Is it o.k (2008)</p>

<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zvjGxcZSMz4&hl=pt-br&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/zvjGxcZSMz4&hl=pt-br&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>

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<strong>#08 – PAULA TOLLER </strong><br />
<img alt="paula45.jpg" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/paula45.jpg" width="594" height="681" /></p>

<p>Paula Toller Amora nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 23 de agosto de 1962. No tempo de infância e adolescência, as músicas de Bach, Mozart, Beethoven, Chopin entre outros clássicos, predominavam em sua casa. Havia também discos de música espanhola e algumas óperas. De popular, Carmem Miranda, Elis Regina e Beatles (único rock aceito por seu avô). Paula completava os estudos com aulas de balé e inglês e tinha intenção de tornar-se professora desse idioma. <br />
Aos dezessete, entrou para os cursos de Desenho Industrial e Comunicação Visual da PUC do Rio de Janeiro e também iniciou estudos de francês. Fez estágio num escritório de programação visual e arranjava "bicos" para complementar sua pequena mesada. Traduzia livros e teses para o pessoal da faculdade, ficava na secretaria de sua academia de dança durante as férias e revisava os livros do avô. No quarto de seu irmão, ouviu pela primeira vez James Brown e Tim Maia.<br />
Sua carreira musical começou com o projeto Chrisma, ao lado de Leoni e Beni Borja, e profissionalmente como vocalista do Kid Abelha, banda na qual está até hoje, apesar da carreira solo. O primeiro compacto da banda, “Pintura íntima”, foi lançado em 1982, o que gerou o abandono da universidade em 1984, às vésperas de se formar. <br />
Já seu primeiro trabalho solo, o CD “Paula Toller”, produzido por Gut Graça Mello, traz regravações de clássicos da música brasileira e duas inéditas, “Derretendo satélites” e “Oito anos”, e ainda duas músicas que fizeram parte de trilhas sonoras de novelas, sendo elas "1800 colinas" (Louca Paixão - Record) e "Quem toma conta de mim" (O cravo e a rosa e Duas caras - Globo). O disco foi um trabalho paralelo ao Kid Abelha, sem shows e  pouca divulgação.<br />
Com o recesso do Kid Abelha, do ano de 2007, Paula Toller lança seu segundo disco da carreira solo, Sónós. Dessa vez, Paula traz 14 músicas inéditas, sendo 2 dessas, versões em português de músicas internacionais. O disco começa com a composição que Erasmo Carlos fez para a cantora, “? (o que é que eu sou?)”. Seguindo, encontramos a parceria com Donavon Frankenreiter, “All over”. “À noite sonhei contigo” é uma versão do sucesso “Anoche soñé contigo”, do argentino Kevin Johansen, sendo o segundo single do trabalho. Johansen faz parte também na autoria e voz da última canção do disco, “Glass”. O primeiro single foi “Meu amor se mudou pra lua”, do gaúcho Nenung. A música chegou ao 7º lugar das paradas das mais tocadas no país e nos primeiros em diversas rádios nacionais. Além do Brasil, o disco foi lançado em Portugal, Inglaterra, País de Gales, Canadá, Irlanda do Norte, Escócia, Suíça, Estados Unidos e diversos outros. <br />
<strong>CURIOSIDADES</strong><br />
No dia-a-dia, para manter a forma física e mental, Paula faz ginástica, psicanálise e joga tênis. Trata preventivamente da saúde com medicina ortomolecular e terapias orientais (shiatsu/acupuntura). Procura manter uma alimentação saudável sem recorrer a dietas. Não toma refrigerante há mais de dez anos, não usa açúcar no dia a dia e evita enlatados.</p>

<p><a href="http://www.myspace.com/paulatoller">Saiba mais</a> no MySpace </p>

<p><strong>DISCOGRAFIA (solo)</strong><br />
PAULA TOLLER - 1998<br />
SÓ NÓS - 2007<br />
NOSSO - 2008</p>

<p><strong>DISCOGRAFIA (com o Kid Abelha)</strong><br />
PEGA VIDA - Universal Music - 2005<br />
ACÚSTICO MTV - Universal Music - 2002<br />
SURF - Universal Music - 2001<br />
COLEÇÃO -Warner Music - 2000<br />
AUTOLOVE - Warner Music - 1998<br />
MEU MUNDO GIRA EM TORNO DE VOCÊ -WEA Music - 1996<br />
MEIO DESLIGADO -Warner Music - 1994<br />
IÊ IÊ IÊ -Warner Music - 1993<br />
TUDO É PERMITIDO -WEA - 1991<br />
KID -WEA - 1989<br />
TOMATE -WEA - 1987<br />
KID ABELHA AO VIVO -Elektra/WEA - 1986<br />
EDUCAÇÃO SENTIMENTAL - Elektra/WEA - 1985<br />
SEU ESPIÃO -Elektra/WEA - 1984<br />
 <br />
<strong>LIVRO</strong><br />
KID ABELHA: ROCK BOOK 4 </p>

<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lykwPjEBl5c&hl=pt-br&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/lykwPjEBl5c&hl=pt-br&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>

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<strong>#09 – NARA LEÃO</strong><br />
<img alt="NaraLeaoNaraLeao1968image015.jpg" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/NaraLeaoNaraLeao1968image015.jpg" width="550" height="554" /></p>

<p>A capixaba Nara Lofego Leão nasceu em Vitória em 19 de janeiro de 1942.  Filha caçula do casal capixaba Jairo e Altina Leão, mudou-se para o Rio de Janeiro quando tinha apenas um ano de idade, com os pais e a irmã, a jornalista Danuza Leão. Durante a infância, Nara teve aulas de violão com Solon Ayala e Patrício Teixeira, que integrou ao grupo "Batutas de Pixinguinha". Aos 14 anos, em 1956, resolveu estudar violão na academia de Carlos Lyra e Roberto Menescal, que funcionava em um quarto-e-sala na rua Sá Ferreira, sempre em Copacabana. Mais tarde, Nara tornou-se professora da academia.<br />
Nara foi repórter do jornal "Última Hora", onde Bôscoli também trabalhava, e que pertencia a Samuel Wainer, casado com a irmã de Nara, Danuza Leão. O namoro com Bôscoli terminou quando este iniciou um caso com a cantora Maysa, durante uma turnê em Buenos Aires, em 1961. Daí em diante, Nara se aproxima de Carlos Lyra e de idéias mais à esquerda. Inicia o namoro com o cineasta Ruy Guerra e passa a se interessar pela música produzida nos morros cariocas.<br />
A estréia profissional se deu quando da participação, ao lado de Vinícius de Moraes e Carlos Lyra, na comédia “Pobre Menina Rica (1963)”. O título de musa da Bossa Nova foi a ela creditado pelo cronista Sérgio Porto. Mas a consagração efetiva ocorre após o movimento militar de 1964, com a apresentação do espetáculo Opinião, ao lado de João do Vale e Zé Keti, um espetáculo de crítica social à dura repressão imposta pelo regime militar. Maria Bethânia, por sua vez, a substituiria no ano seguinte, interpretando “Carcará,” pois Nara precisara se afastar por problemas de saúde. Dentre as suas interpretações mais conhecidas, destacam-se “O barquinho”, “A Banda” e “Com Açúcar e com Afeto” -  feita a seu pedido, por Chico Buarque, cantor e compositor a quem homenagearia nesse disco homônimo, lançado em 1980. Nota-se que Nara Leão vai mudando suas preferências musicais ao longo dos anos 1960. De musa da Bossa Nova, passa a ser cantora de protesto, simpatizante das atividades dos Centros Populares de Cultura da UNE. Embora os CPC's já tivessem sido extintos pela ditadura, em 1964, o espetáculo “Opinião” tem forte influência do espírito cepecista. <br />
Nara também aderiu ao movimento tropicalista, tendo participado do disco-manifesto do movimento – “Tropicália ou Panis et Circensis” lançado pela Philips em 1968 e disponível hoje em CD. Casou com o cineasta Cacá Diegues, com quem teve dois filhos - Isabel e Francisco e, no fim dos anos 1960, transfere-se para a Europa, permanecendo por três anos, entre a França, onde nasceu a filha Isabel, e a Itália. No começo dos anos 1970, estudou psicologia na PUC-RJ. De fato, Nara planejou abandonar a música, mas não chegou a deixar a profissão de cantora, apenas diminuindo o ritmo de trabalho e modificando o estilo dos espetáculos. <br />
Quando morreu, na manhã de 7 de junho de 1989, deixou pronto um disco de versões dos clássicos americanos que embalaram sua adolescência nos musicais exibidos pelo Cinema Metro Copacabana.<br />
Recentemente, a vocalista do Pato Fu, Fernanda Takai revisitou o repertório de Nara Leão em seu primeiro disco solo.<br />
Entre as canções gravadas por Fernanda em "Onde Brilhem os Olhos Meus" estão "Debaixo dos Caracóis dos Seus Cabelos" (Roberto e Erasmo Carlos), "Diz que Fui por Aí" (Zé Keti/Hortênsio Rocha) e "Lindonéia" (Caetano Veloso/Gilberto Gil).</p>

<p><strong>DISCOGRAFIA</strong><br />
1964 - Nara<br />
1964 - Opinião de Nara<br />
1965 - O Canto Livre de Nara<br />
1965 - Cinco na Bossa<br />
1965 - Show Opinião<br />
1966 - Nara Pede Passagem<br />
1966 - Manhã de Liberdade<br />
1966 - Liberdade, Liberdade<br />
1967 - Nara<br />
1967 - Vento de Maio<br />
1968 - Nara Leão<br />
1969 - Coisas do Mundo<br />
1971 - Dez Anos Depois<br />
1974 - Meu Primeiro Amor<br />
1977 - Meus Amigos São Um Barato<br />
1978 - Debaixo Dos Caracóis Dos Seus Cabelos<br />
1979 - Nara Canta en Castellano<br />
1980 - Com Açúcar, Com Afeto<br />
1981 - Romance Popular<br />
1982 - Nasci Para Bailar<br />
1983 - Meu Samba Encabulado<br />
1984 - Abraços E Beijinhos e Carinhos Sem Ter Fim… Nara<br />
1985 - Nara e Menescal - Um Cantinho, Um Violão<br />
1986 - Garota de Ipanema<br />
1987 - Meus Sonhos Dourados<br />
1989 - My Foolish Heart</p>

<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ReCCGLrkues&hl=pt-br&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ReCCGLrkues&hl=pt-br&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>

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<p><strong>#10 – CHRISSIE HYNDE </strong><br />
<img alt="chrissie_hynde.revista.jpg" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/chrissie_hynde.revista.jpg" width="500" height="596" /></p>

<p>A americana Chrissie Hynde nasceu em Akron, em 7 de setembro de 1951. Hynde ganhou o mundo como líder da banda The Pretenders. Cantora, compositora e guitarrista, também atua na defesa dos direitos dos animais. <br />
Em 1973 mudou-se para a cidade de Londres, onde trabalhou como repórter da revista NME (New Musical Express), especializada em bandas de rock. Ela se inseriu em vários projetos roqueiros, chegando a praticar com Mick Jones antes de formar o grupo The Clash, tendo participado em “Masters of the Backside” de Malcolm McLaren.<br />
Hynde formou The Pretenders em 1978 juntamente com os músicos ingleses James Honeyman-Scott, Pete Farndon e Martin Chambers. Entre muitas desavenças, desencontros, mortes e tal, a cantora manteve a linha e liderança do grupo.<br />
Hynde permanece uma raridade como mulher líder de um grupo com origem nos primórdios da história do movimento punk rock e new wave. Sempre assertiva ela acabou obtendo o respeito vultos da música e mesmo de críticos. <br />
Em 2004, Hynde mudou-se para a cidade de São Paulo para poder tocar por algum tempo com Moreno Veloso em um tour informal pelo país. Em São Paulo, ela fixou residência em um apartamento no edifício da Copan. Também participou, como vocalista, em 2004, do club hit internacional Straight Ahead.</p>

<p><strong>Isto é Chrissie Hynde! </strong><br />
<em>‘‘A indústria de música dá muito dinheiro a artistas estúpidos. Estou muito satisfeita por ter me mudado para uma gravadora independente. Tem algumas conseqüências, claro. Não dirijo Mercedes Benz nem posso comprar carro esportivo de presente para o meu namorado. E, claro, agora vocês vão ficar muito tristes por mim’’.<br />
</em></p>

<p><a href="http://www.myspace.com/thepretenders">Saiba mais</a> no MySpace</p>

<p><a href="http://baixarmusicasmp3gratis.net/cd-the-pretenders-break-up-the-concrete/">Click </a>para baixar músicas do The Pretenders (MP3grátis) <br />
<a href="http://www.musikaki.info/category/the-pretenders/">Click</a> para baixar The Pretenders (no musikaki - grátis) <br />
<a href="http://www.buscamp3.org/baixar/the-pretenders/">Click</a> para baixar (buscamp - grátis) </p>

<p><strong>DISCOGRAFIA</strong><br />
1980 – Pretenders<br />
1981 – Pretenders II<br />
1984 – Learning to Crawl<br />
1986 – Get Close<br />
1990 – Packed!<br />
1994 – Last of the Independents<br />
1999 – Viva el Amor<br />
2002 – Loose Screw<br />
2008 – Break Up the Concrete</p>

<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lML2N4xB9GU&hl=pt-br&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/lML2N4xB9GU&hl=pt-br&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>]]>

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<summary type="text/plain">Karina Buhr - Visão Geral Por Maria Luterbach A cantora pernambucana Karina Buhr, iniciou sua carreira musical em 1994 e tem reconhecimento de público e crítica pelo trabalho à frente da banda Comadre Fulozinha, desde 1997, com disco recém lançado...</summary>
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<email>sandinorubro@hotmail.com</email>
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<dc:subject>Música</dc:subject>
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<![CDATA[<p>Karina Buhr - <strong>Visão Geral</strong><br />
Por Maria Luterbach </p>

<p>A cantora pernambucana Karina Buhr, iniciou sua carreira musical em 1994 e tem reconhecimento de público e crítica pelo trabalho à frente da banda Comadre Fulozinha, desde 1997, com disco recém lançado em 2009. Toda bagagem musical adquirida em muitos anos, convivendo com os mais variados tipos de música e expressões artísticas, transparece agora em carreira solo com shows que impressionam pela sonoridade experimental e vigorosa, letras com formato muito particular e poesia marcante. <br />
Entre os grupos que integrou estão os maracatus Piaba de Ouro e Estrela Brilhante, as bandas Eddie, Bonsucesso Samba Clube, DJ Dolores, além de participações em CDs da Mundo Livre s/a,Cidadão Instigado, Erasto Vasconcelos, Antônio Nóbrega, nas coletâneas Reiginaldo Rossi, Baião de Viramundo, Music from Pernambuco, Revista Bexiga Oficina do Samba, na coletânea infantil Brincadeiras, entre outros.             <br />
Com o CD de estréia a ser lançado em janeiro de 2010, esse novo trabalho já foi reconhecido e recomendado pela mídia especializada como as revistas Rolling Stone, Isto É, TPM, Brasileiros, Caros Amigos, os jornais Estado de São Paulo e Folha de São Paulo, entre outros. <br />
A cantora recentemente estreou seu blog no portal MTV onde conta um pouco de sua história, fala da gravação do seu disco, expõe alguns de seus desenhos e escreve textos cada vez mais elogiados pelo público. <a href="www.mtv.com.br/karinabuhr">www.mtv.com.br/karinabuhr</a> <br />
Tem participação em CDs da Mundo Livre s/a, Eddie, Cidadão Instigado, Erasto Vasconcelos, Antônio Nóbrega, Dj Dolores, nas coletâneas Reiginaldo Rossi, Baião de Viramundo, Music from Pernambuco, Revista Bexiga Oficina do Samba, na coletânea infantil Brincadeiras, entre outros.   <br />
São de Karina as ilustrações das capas e encartes dos 3 CDs da banda Comadre Fulozinha. Mas so seu trabalho como ilustradora pode ser visto no <a href="www.flickr.com/karinabuhr ">www.flickr.com/karinabuhr </a><br />
Karina Buhr é daquelas artistas completas. Ela canta, compõe, atua e faz tudo o que mais couber para que a música tome conta da plateia. Ex-integrante de bandas como Eddie e parte do grupo Comadre Fulozinha, ela agora sobe ao palco sozinha, mas anda cada vez melhor acompanhada por um público que cresce de show em show.”     </p>

<p>“<em>Pense numa beleza de moça. Agora pense numa voz de belo acento, manha e safadeza no ponto. Com vocês, Karina Buhr, cantora e compositora da ponte Recife-Olinda-São Paulo. Está com um CD-demo na área e fez um dos melhores shows do Carnaval pernambucano, em uma festa cheia de vozes femininas ditas consagradas. Para ouvi-la na rede, de grátis, é só cutucar neste endereço: <a href="http://myspace.com/karinabuhr">myspace.com/karinabuhr</a>. Como diziam aqueles reclames de hotéis das antigas, é luxo, conforto e requinte em ambiente cinco estrelas</em>”, Xico Sá.</p>

<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/aPx5e4BVlWI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>]]>

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<issued>2012-03-02T21:54:57Z</issued>
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<summary type="text/plain">Maracanazo: a ferida indolor Por Daniel Ilirian - originalmente publicado no Vermelho A provocação irônica do curta-metragem produzido em 1988, por Ana Luíza Azevedo e Jorge Furtado, é a de que na tentativa do já maduro torcedor de voltar aos...</summary>
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<dc:subject>Futebol</dc:subject>
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<![CDATA[<p><strong>Maracanazo: a ferida indolor</strong><br />
Por Daniel Ilirian - originalmente publicado no <a href="http://www.vermelho.org.br">Vermelho</a></p>

<p>A provocação irônica do curta-metragem produzido em 1988, por Ana Luíza Azevedo e Jorge Furtado, é a de que na tentativa do já maduro torcedor de voltar aos tempos de sua infância para mudar o resultado da final da Copa de 1950, acaba por desviar a atenção do arqueiro que não vê o chute do atacante uruguaio e a bola acaba por morrer em sua rede, da mesma maneira como ficou na História. O alento que a fantasia poderia trazer se choca com a frieza que os fatos não apagam. <br />
A Copa do Mundo realizada no Brasil foi a primeira depois da Segunda Guerra Mundial e em especial ocorre no país após o Estado Novo, quando Getúlio Vargas implantara uma ditadura. A construção do estádio Mário Filho, o Maracanã, iniciada em 1948 e a sua inauguração em junho de 1950 foi um marco de grandes obras iniciado no governo Dutra, cuja intensidade aumentaria na volta de Vargas ao poder numa política que ficou conhecida como desenvolvimentismo nacionalista e provocou um grande crescimento industrial modificando consideravelmente a infra-estrutura brasileira, porém sem conseguir resolver os graves problemas sociais. <br />
O desenvolvimentismo nacionalista foi em sua essência uma ilusão de progresso vendida à sociedade brasileira. E foi com esta mesma ilusão, vivida a partir dos anos cinquenta, que o torcedor brasileiro se dirigiu ao recém construído estádio carioca, na tarde de 16 de julho de 1950, para assistir ao último jogo da Seleção que até então aplicara duas goleadas contra Espanha e Suécia, que ao lado de Inglaterra, Suíça, Itália e Iugoslávia, foram os representantes do continente europeu, juntos ao EUA, México, Paraguai, Bolívia e Chile, para a realização do maior evento esportivo do planeta. <br />
Brasil e Uruguai chegaram à partida decisiva sendo que os anfitriões jogavam por um simples empate para levantarem o caneco. O resultado todos já sabem. O Brasil era amplo favorito devido aos espetáculos que a equipe proporcionara até o jogo decisivo. O Uruguai, porém , não ficava para trás com um elenco de jogadores campeões nacionais em sua base. Friaça, jogador do Vasco da Gama, abria o placar que aumentaria a vantagem brasileira. Porém, a dupla uruguaia, Schiaffino e Ghiggia, tratou de enterrar o sonho da conquista do primeiro mundial. O bravo goleiro Barbosa, considerado como um dos maiores da história, ficou marcado pela derrota, acusado de falhar em ambos os gols. Certamente uma injustiça cujo desabafo Barbosa fez anos depois em entrevista. Porém, a questão levantada principalmente quando temos no horizonte próximo a realização de uma nova Copa do Mundo no Brasil em 2014, é de que com os parcos registros de imagens existentes sobre o Maracanazo, cuja esolução é muito ruim, considerando obviamente os recursos que havia na época, como ter alguma dimensão do que realmente significou a derrota para o Uruguai? <br />
Se o futebol tem na paixão a sua essência, fica praticamente impossível, principalmente para quem não viveu este período, ainda mais considerando a grande parcela de jovens que hoje constitui a população brasileira, conseguir minimamente se sensibilizar com a enorme frustração sentida pelos torcedores durante aquele jogo. Os números, jogos, resultados e escalações das equipes são informações que soam apenas como conhecimento semelhante ao que uma criança possa ter sobre a Conquista da América, sem que haja qualquer identificação com o fato. <br />
Por isso, voltamos ao torcedor fictício que viaja no tempo, e assim fazemos justiça à dramaticidade que o curta nos oferece e permite aquilo que as imagens e registros reais não deixam: chorar pela derrota brasileira. <br />
Na toada de sentimentos opostos como a alegria e a tristeza, tão intensos como o espetáculo do futebol é capaz de proporcionar ao torcedor, a Copa de 1950 se torna algo realmente insosso e indiferente. No entanto, fica para a geração atual, enquanto degusta a Copa de 2010, a possibilidade de testemunhar o evento em 2014, pensando em tudo o que já se disse sobre o Maracanazo e no significado que se procurou dar a ele e daí então poder de fato ressignificar a história e quem sabe, com um desfecho mais feliz.</p>

<p><img alt="uruguay.1950.jpg" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/uruguay.1950.jpg" width="488" height="347" /><br />
A seleção do Uruguai de 1950: destaque para Schiaffino e Ghiggia</p>]]>

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<modified>2012-02-16T22:13:16Z</modified>
<issued>2012-02-16T22:12:30Z</issued>
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<summary type="text/plain">Deu na Veja, desconfie! Messias Pontes* A revista Veja, da Editora Abril, já foi a maior e melhor semanal da imprensa brasileira. Isto quando era dirigida pelo jornalista Mino Carta, que acabou sendo mandado embora por exigência da ditadura militar....</summary>
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<name>Sandino</name>
<url>www.seresteros.com/sandino</url>
<email>sandinorubro@hotmail.com</email>
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<dc:subject>Artigos</dc:subject>
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<![CDATA[<p><strong>Deu na Veja, desconfie!</strong><br />
Messias Pontes*</p>

<p>A revista Veja, da Editora Abril, já foi a maior e melhor semanal da imprensa brasileira. Isto quando era dirigida pelo jornalista Mino Carta, que acabou sendo mandado embora por exigência da ditadura militar. Ou entregava a cabeça do Mino na bandeja ou a editora não receberia um centavo sequer da publicidade oficial da milicada. Recentemente, Mino Carta, inconformado por ver uma criação sua transformada no que há de pior, desabafou: “criei um monstro”.<br />
A semanal da Abril é parte integrante no núcleo da velha mídia conservadora, venal e golpista, o GAFE – Globo, Abril, Folha e Estadão. Há quem aposte que a Veja é pior que todos os outros veículos. Até mesma da Globo. Para mim é o lixo do jornalismo brasileiro; para o jornalista Paulo Henrique Amorim, a Veja é tão somente os excrementos da maré baixa. Não tem a menor credibilidade e é por isso mesmo que está perdendo milhares de leitores e as assinaturas estão minguando na razão direta da sua cretinice.<br />
Qualquer criança sabe que jornalismo se faz em mão dupla, e que o contraditório é essencial para a apuração de uma notícia. Mas com a Veja, depois da saída do Mino Carta, a coisa tem sido diferente. Só publica o que a famiglia Civita quer, por mais absurda que seja uma denúncia, como esta agora contra o honrado e competente ministro dos Esportes, Orlando Silva. O Ministério dos Esportes era uma coisa tão insignificante que ninguém queria. No entanto Orlando Silva deu visibilidade ao órgão, fazendo do PAN de 2007 um grande sucesso, e mais ainda, trazendo para o Brasil a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.<br />
O lixo do jornalismo brasileiro requentou uma notícia usada nas eleições de 2010 em Brasília pelo jornal Correio Brasiliense para atingir o candidato petista Agnelo Queiroz, hoje governado do Distrito Federal. Caberia à Veja, antes de publicar as mentiras e calúnias do bandido João Dias Ferreira que a procurou, ouvir o ministro dos Esportes para dar ao leitor as duas versões. Porém age também com banditismo para atingir a honra de um homem probo, a serviço de quem está tendo os seus interesses contrariados. Objetiva também as famigerada revista o inatacável Partido Comunista do Brasil que nos seus 90 anos de história tem sido um exemplo de como se faz política neste País. E por fim é desejo desse senhor Civita destruir a governo da presidenta Dilma Rousseff, coisa que tentou fazer com o o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e não conseguiu.<br />
Quando a FIFA tentou impor o fim da soberania nacional brasileira a bancada do PCdoB no Congresso Nacional foi a primeira a protestar e deixar bem claro que a soberania nacional é inegociável, e portanto estudantes e idosos vão pagar só 50% do valor do ingresso e a venda de bebidas alcoólicas vai continuar sendo proibida. Circulam rumores de que a FIFA e a CBF estariam por trás dessa palhaçada.<br />
Foi o próprio ministro quem pediu ao Ministério Público e à Polícia Federal para ir fundo na apuração da denúncia. Ele compareceu ontem à duas comissões da Câmara dos Deputados, desmascarando o bandido que o acusou, mostrando documentos que provam ser o policial militar que o acusou um grande patife. Tem contra si nada menos de 11 processos e já foi preso por desvio de dinheiro público.<br />
A velha mídia conservadora, venal e golpista vai sair mais uma vez desmoralizada. Qualquer pessoa que tenha somente dois neurônios sabe que se o ministro recebeu dinheiro numa caixa de sapatos na garagem do Ministério, as câmara de segurança mostraria. Ademais, se o ministro tivesse recebido propina do bandido João Dias, seria refém dele e jamais iria exigir que ele devolvesse mais de R$ 4,8 milhões.<br />
Quando a Veja, a rede Globo (rádio, jornal, revista, portal e TV), a Folha e o Estadão derem uma notícia dita bombástica, desconfie.<br />
Parabéns, ministro Orlando Silva Júnior pela sua firmeza. O Brasil lhe conhece e sabe da sua honestidade, competência e compromisso com a verdade.</p>

<p><em>*Diretor de comunicação da Associação de Amizade Brasil-Cuba do Ceará, e membro do Conselho de Ética do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará e do Comitê Estadual do PCdoB.</em></p>]]>

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<title>Sandino (voz e violão) numa homenagem ao &quot;De Falla&quot;</title>
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<summary type="text/plain">It&apos;s Fuckin&apos; Borin&apos; To Death (De Falla) This is the same old story about the same old song And it could be here, oh yeah Do you know what happens when i get bored? Do you wanna kiss devil&apos;s ass?...</summary>
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<name>Sandino</name>
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<email>sandinorubro@hotmail.com</email>
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<dc:subject>Música</dc:subject>
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<![CDATA[<p><strong>It's Fuckin' Borin' To Death</strong><br />
(De Falla)</p>

<p>This is the same old story about the same old song<br />
And it could be here, oh yeah<br />
Do you know what happens when i get bored?<br />
Do you wanna kiss devil's ass?<br />
Do you wanna kiss the floor?<br />
Do you know what happens qhen i get bored?<br />
Do you wanna join the dead?<br />
Dou you really wanna get some more?<br />
Know what happens when i get bored?<br />
Do you know what happens when i get bored?</p>

<p>B-b-because i cut off his arms<br />
I cut off his legs<br />
I cut oof his hed n' i gotta do the same for you<br />
I cut oof his steak<br />
I cut off his bones<br />
Chopped off his mind n' i gotta do the same for you<br />
Know what happens when i get bored?<br />
Do you know, know, know what happens when i get bored?</p>

<p>It's my life, it's my gun<br />
This for fightin this for fun<br />
It's my life, it's my gun<br />
This for fightin this for fun</p>

<p>What happens when i get bored?<br />
Oh, don't you know what happens when i get bored?<br />
It's fuckin' borin' to death <br />
Fuckin', borin', it's fuckin' borin' to death </p>

<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ynVgrp34E7E&hl=pt_BR&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ynVgrp34E7E&hl=pt_BR&fs=1&" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object><br />
<strong>Sandino</strong> (voz e violão) Gravado sem pretensão alguma, no velho PC de guerra, numa modesta (e sincera) homenagem a banda De Falla - uma das bandas mais legais do rock brasileiro. Ouçam De Falla!</p>]]>

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<title>Rock Brasil: Plebe Rude</title>
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<summary type="text/plain">Plebe Rude: uma das maiores banda do rock brasileiro Por Marcio Amorim Brasília, a capital federal construída sob um olhar futurista para ser a cidade modelo do pais, havia tornado-se para uma grupo de jovens apenas um lugar tedioso. Ainda...</summary>
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<dc:subject>Música</dc:subject>
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<![CDATA[<p><strong>Plebe Rude: uma das maiores banda do rock brasileiro</strong><br />
Por <a href="http://whiplash.net/materias/biografias/038856-pleberude.html">Marcio Amorim</a></p>

<p>Brasília, a capital federal construída sob um olhar futurista para ser a cidade modelo do pais, havia tornado-se para uma grupo de jovens apenas um lugar tedioso. Ainda bem!!! Pois a partir daí estes jovens impulsionados pelo movimento punk e seu lema “do yourselves” passam a fazer sua própria diversão e dão à cidade o título de principal cidade rockeira do pais. De Brasília saem três das principais bandas do rock brasileiro, Capital Inicial, Legião Urbana e Plebe Rude, com diferentes estilos mas com a mesma ideologia tornam o combalido rock dos anos 80 em algo sério com letras abordando temas como a violência policial (Veraneio Vascaína), a ditadura militar (Proteção) e a corrupção (Que Pais É Esse). Porém, das três bandas foi a Plebe Rude a única a se manter no estilo punk durante seus 20 anos de estrada. <br />
Contemporânea do Aborto Elétrico (banda formada pelos irmãos Fé e Flavio Lemos e por Renato Russo), a Plebe formou -se em 1981 quando André Muller (ex-Metrallhaz) e Philippe Seabra (ex-Caos Construtivos) se conheceram dentro de um ônibus. Chamaram Gutje (ex-Blitx 64), para a bateria e vocal e como trio passaram a ensaiar. Logo nos primeiros ensaios constataram que precisam de um vocalista pois Gutje não tinha fôlego para arrebentar na bateria e ainda cantar. Eis que egressa para o vocal Jander Bilapha que costumava sempre acompanhar os ensaios da Plebe. Por um pequeno período a Plebe Rude chegou a contar com duas garotas nos backings vocals, Marta Detefon e Ana Galbinsk, mas devido o sucesso feito a época pela Blitz (“Você Não Soube Me Amar”), que contava com duas backings vocals e para não ter nenhuma futura comparação com a banda carioca, os plebeus resolveram tirar as garotas da banda.<br />
Com apresentações avassaladoras lembrando em muito a banda punk inglesa The Clash, a Plebe Rude chamava muita atenção por onde passava. Tocaram em todas as danceterias importantes do eixo-Rio São Paulo e ainda no legendário Circo Voador. E numa destas apresentações no Circo Voador conheceram Herbert Viana, que haviam “homenageado” na música “Minha Renda”. No principio, o encontro entre os plebeus e o paralama foi tenso, mas logo Herbert sacou todo o inteligente sarcasmo da Plebe Rude e a partir daquele momento tornou-se um dos que mais ajudaram a Plebe a estourar nacionalmente.<br />
O primeiro disco foi gravado em 1985. “O Concreto Já Rachou” é um mini LP de 7 faixas produzido por Herbert Viana. Este disco tornou-se um dos mais importantes da história do rock nacional, trazendo grandes hits como “Proteção”, “Minha Renda” e o hino “Até Quando Esperar”. Com este álbum a Plebe Rude alcança disco de ouro com mais de 200.000 cópias vendidas.<br />
Em 1987 os plebeus entram em estúdio, novamente produzidos por Herbert Viana, e fazem “Nunca Fomos Tão Brasileiros”. Este álbum traz músicas ainda dos tempos áureos de Brasília, e a belíssima balada “A Ida” é escolhida para ser o carro chefe. Mas foi a censura imposta à música “Censura” o grande fato deste disco. O álbum não alcançou a mesma vendagem do primeiro (foram 90.000 cópias). Mesmo assim a Plebe Rude mostrava todo seu vigor e que definitivamente era uma das grandes bandas do rock nacional.<br />
Só que as coisas tomam outro rumo em 1989 quando do lançamento de “Plebe Rude III”, um disco diferente de tudo o que os plebeus tinham feito. Com fortes influencias regionais este álbum mostra a Plebe querendo indicar novos caminhos para o rock nacional. Mas nem fãs nem críticos entenderam muito bem este conceito. Internamente as coisas também não vão bem, Jander deixa a banda e meses depois é a vez de Gutje pedir as contas.<br />
Phillippe Seabra e André Muller ainda lançam em 1992 o disco “Mais Raiva do que Medo” mas já não existia na sua essência a Plebe Rude. Por mais cruel que soasse, a Plebe havia acabado. Em 1994 Philippe e André fazem o último show da banda.<br />
Por cinco anos a Plebe ficou separada, mas os rumores de que seus integrantes pudessem voltar a ativa eram muitos. Em 1997 a EMI edita uma coletânea intitulada “Portofolio” e a tiragem de 5.000 cópias se esgota rapidamente. O público mostrava que gostaria de ver novamente reunida uma das bandas mais contestadoras do país.<br />
E o momento chegou. Em 1999 a Plebe volta com sua formação original para um show histórico no festival Porão do Rock em Brasília, e a gravação de um disco ao vivo.<br />
Em maio de 2000 foi lançado o primeiro registro ao vivo da Plebe Rude. “Enquanto a Treguá Não Vem” traz o melhor da Plebe em uma performance memorável, com a produção de Herbert Viana..Neste álbum, além dos clássicos, os plebeus prestam duas homenagens, uma à banda brasiliense Escola de Escândalo, regravando a música “Luzes”, e à banda punk paulista Cólera tocando “Medo”.<br />
Em 2001 a Plebe Rude comemorou 20 anos de existência. Viva a plebe!!!! Pois o rei está morto!!!</p>

<p><iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/OpFcV9jJwp0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<strong>Plebe Rude - "Bravo Mundo Novo" Musikaos Tv Cultura 2000</strong></p>]]>

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<title>Movimento Palestina Livre 2012</title>
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<dc:subject>Cidadania</dc:subject>
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<![CDATA[<p><img alt="palestina 4.jpg" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/palestina 4.jpg" width="304" height="344" /><br />
<img alt="palestina.jpg" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/palestina.jpg" width="300" height="300" /><br />
<img alt="Palestina-Livre-520x367.jpg" src="http://www.seresteros.com/sandino/archives/Palestina-Livre-520x367.jpg" width="520" height="367" /></p>]]>

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<title>Uma análise do Sopa, projeto dos EUA para a internet</title>
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<summary type="text/plain">Na quarta-feira (18), algumas das maiores páginas da internet como Wikipedia, Google, Mozilla e Wordpress, fizeram greve para protestar contra o Sopa (Stop Online Piracy Act) e o Pipa (Protect IP Act) que são dois projetos de lei que estão...</summary>
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<dc:subject>Comunicação</dc:subject>
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<![CDATA[<p>Na quarta-feira (18), algumas das maiores páginas da internet como Wikipedia, Google, Mozilla e Wordpress, fizeram greve para protestar contra o Sopa (Stop Online Piracy Act) e o Pipa (Protect IP Act) que são dois projetos de lei que estão em discussão no congresso estadunidense. Se aprovadas, essas leis criarão um controle sobre a internet, afetando desde negócios online até o livre compartilhamento de cultura.<br />
Por Alexandre Bazzam, na Caros Amigos</p>

<p>A Caros Amigos conversou por e-mail com Ronaldo Lemos, diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV no Rio de Janeiro, e diretor do Creative Commons no Brasil. Na entrevista ele falou sobre os possíveis efeitos da aprovação do Sopa e os rumos da Lei de Direitos Autorais brasileira.<br />
<strong>Caros Amigos:</strong> Tem se falado muito sobre censura, cerceamento da liberdade de expressão e controle da internet. O SOPA foi criado realmente para evitar pirataria, ou existe um viés de controle por trás dele?<br />
<strong> Ronaldo Lemos:</strong> O Sopa muda a estrutura da Internet. Ele dá às gravadoras e a Hollywood o poder de derrubar qualquer site que não seja americano do ar, por mera suspeita de violação à "propriedade intelectual americana". Além disso, permite sufocar financeiramente esses sites, proibindo empresas de cartão de crédito e bancos de repassarem recursos a eles. Tudo isso sem a apreciação prévia do poder judiciário. Trata-se de uma grande forma de discriminação contra a internet no mundo todo, com exceção dos EUA onde a lei não se aplica. Na minha visão, é uma lei que não traz nenhum ponto positivo, ao contrário, aponta para um caminho equivocado para tratar da questão da pirataria. O Sopa é uma afirmação do poder geopolítico dos EUA sobre a internet.<br />
<strong>Caros Amigos:</strong>  Apesar de grandes indústrias apoiarem o protesto, existe uma forte mobilização e interesses de empresas online para que a nova lei não seja aprovada. Já estão falando até sobre uma mudança no texto para que ele seja aprovado. A Casa Branca também sinalizou com um possível veto caso entenda que exista um cerceamento da liberdade na internet. O que realmente está em jogo e quais são os poderes e interesses por trás dessa queda de braço?<br />
<strong>RL:</strong> O Sopa só existe porque o lobby no Congresso americano de Hollywood é muito poderoso. Não é coincidência que a avaliação do congresso americano atingiu uma baixa histórica: só 9% dos americanos acham que o Congresso faz um bom trabalho. Leis como o Sopa, que são contrárias ao interesse público, só reforçam isso. A sociedade americana está insatisfeita com o Congresso e a percepção é que congressistas só ouvem o lobby e não o interesse público. Hoje apenas 9% dos americanos aprovam o trabalho do Congresso, uma baixa histórica. O Sopa (e o Pipa, outra lei em discussão no Senado dos EUA) são exemplos de medidas que justificam essa desaprovação.<br />
<strong>Caros Amigos:</strong> Caso o Sopa venha a ser aprovado, qual será seu impacto no livre compartilhamento e na difusão de cultura digital? O creative commons pode ser afetado com o ato?<br />
<strong>RL:</strong> O Sopa altera por completo a relação da internet com a lei. Nos últimos 15 anos houve uma explosão de inovação e novos serviços, do Youtube ao Facebook. Isso foi possível porque a lei dos EUA dava a segurança e proteção necessária ao empreendedor. Se o Sopa for aprovado, a inovação sai penalizada: qualquer nova iniciativa na rede vai precisar da autorização permanente da indústria pré-internet, especialmente de Hollywood e das gravadoras, hoje os maiores defensores do Sopa. E nesse sentido, o Sopa não traz nenhum benefício ao usuário, apenas à indústria. Ao contrário, ele reduz a competição na internet e vai reduzir a oferta de novos serviços. Ele também é prejudicial para países como o Brasil, que são justamente o alvo do projeto: empreendedores brasileiros que criarem um novo site voltado para o mercado global podem ser penalizados pelos EUA e terem seu site removido do ar sem aviso prévio. O Sopa cria um novo tipo de barreira comercial, voltada para a internet, discriminando sites localizados fora dos EUA. O Creative Commons não é afetado diretamente, mas muitos projetos que não usam o Creative Commons podem sofrer sanções.<br />
<strong>Caros Amigos:</strong> Considerando que órgãos internacionais como a RIAA (Recording Industry Association of America, a associação das gravadoras nos Estados Unidos) e MPAA (Motion Picture Association of America, a associação dos estúdios de cinema) já pressionaram o governo brasileiro para que a reforma da Lei de Direitos Autorais não fosse levada adiante, uma possível aprovação do Sopa pode fazer com que lobistas estadunidenses se voltem para o mercado brasileiro?<br />
<strong>RL:</strong> Uma parte pouco discutida do Sopa é que ele institucionaliza o lobby internacional. Um dos seus artigos obriga o governo americano a criar um "embaixador permanente da propriedade intelectual" em todos os países. Em outras palavras, cria um lobista oficial do governo, alocado em cada um dos países para fazer com que a legislação local seja modificada para atender ao interesse comercial dos EUA. O Sopa é muito mais uma legislação anticoncorrencial: ele cria barreiras de acesso ao mercado norte-americano com relação a novos sites que trabalhem com conteúdo, ao mesmo tempo em que cria um adido comercial para reforçar a predominância dos EUA em termos de propriedade intelectual em cada país.<br />
<strong>Caros Amigos:</strong> A nova LDA está em revisão desde que Ana de Holanda assumiu o Minc, em que pé está essa revisão? Que direcionamentos podemos esperar? A internet e o compartilhamento online são os únicos pontos nebulosos da atual Lei de Direitos Autorais ou é preciso uma reforma completa? Considerando que existem outros interesses por aqui, como o Ecad, além das indústrias do entretenimento, quais as chances de alguma mudança a curto prazo?<br />
<strong>RL:</strong>  A versão da LDA que foi encaminhada pela Ministra Ana de Hollanda para a Casa Civil recentemente traz um dispositivo que aponta na direção do Sopa. É um artigo que prevê a remoção automática de conteúdos da internet, sem a apreciação prévia do poder judiciário, mediante notificação da indústria cultural. Esse artigo, da forma como está formulado, em vez de melhorar, piora nossa lei de direitos autorais e estabelece a possibilidade de abusos. Nossa lei tem diversos problemas, alguns deles solucionados pela proposta de reforma e outros agravados por ela.</p>]]>

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